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Flávio se dirige a Motta e Alcolumbre e diz que anistia é pedido pessoal de Bolsonaro

Segundo ele, análise do projeto já tinha sido conversada com eles, e condicionou apoio nas eleições das Casas

Brasília|Rafaela Soares, do R7, em Brasília

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • Flávio Bolsonaro pressiona os presidentes da Câmara dos Deputados e do Senado pela votação do projeto de anistia.
  • A anistia é um pedido pessoal do ex-presidente Jair Bolsonaro, segundo Flávio.
  • Flávio visitou Jair Bolsonaro, que se defende de sua prisão, questionando sua situação.
  • O senador destaca que a saúde mental do pai é impactada por remédios e defende sua inocência.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

Flávio Bolsonaro pressiona por projeto da anistia Reprodução/TV Record - 25.11.2025

O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) pressionou, nesta terça-feira (25), os presidentes da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), e do Senado, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP), para a votação do projeto da anistia.

Segundo o parlamentar, a análise do projeto já havia sido conversada com ambos “por ocasião, inclusive, das eleições deles para a presidência das Casas”.


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“Então fica aqui, em público, mais uma vez: eu acabei de conversar com o presidente Bolsonaro; é um pedido direto do [Jair] Bolsonaro para os presidentes Motta e Alcolumbre”, disse, ao sair da visita ao ex-presidente Jair Bolsonaro.

Flávio visitou o pai na manhã desta terça-feira (25), após autorização do ministro do STF (Supremo Tribunal Federal) Alexandre de Moraes.


O senador também disse que o pai, a todo momento, tenta se defender e questiona por que está preso. “Meu governo fez uma transição tranquila. Logo depois da eleição, eu falei que iam sentir saudade de nós, que os métodos que a gente tem que usar são diferentes dos da esquerda, que são depredação de patrimônio público, fazer desordem”, teria dito o ex-presidente ao filho.

“Ele fez a defesa dele como sempre, dizendo que obviamente não trabalhou para que houvesse qualquer contexto que pudesse levar a um ato irresponsável. Foi para os Estados Unidos”, afirmou Flávio.


Tornozeleira

O filho do ex-presidente também declarou que “quem está dizendo que o problema foi a tornozeleira está negando a ciência”.

“Os próprios médicos falam que a mistura daqueles remédios que ele de fato tinha causa justamente essa confusão mental. Se ele quisesse fugir, ele não teria tentado abrir a caixa; teria metido uma tesoura na faixa e enfrentaria todo o aparato policial que fica ali 24 horas por dia”, afirmou Flávio.

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