Ida de Flávio aos EUA teve apoio de Milei e coordenação de Rubio, diz aliado a Trump
Candidato derrotado no segundo turno da eleição presidencial estava proibido de deixar o Brasil
Brasília|Giovana Cardoso, do R7, em Brasília
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O empresário e advogado mexicano Simón Levy, que se apresenta como interlocutor de Donald Trump, afirmou que a saída de Flávio Bolsonaro do Brasil foi uma operação coordenada pelo Secretário de Estado dos Estados Unidos, Marco Rubio, com o apoio do presidente da Argentina, Javier Milei. Nas redes sociais, o aliado de Trump chama, ainda, a ida ao país americano de “golpe de mestre para o Brasil de Lula e para o mundo”.
O candidato derrotado no segundo turno da eleição presidencial estava proibido de deixar o Brasil e precisou atravessar as fronteiras da Argentina e Equador para chegar aos Estados Unidos. Com o passaporte brasileiro cancelado, Flávio foi obrigado a usar o documento italiano.
Sem provas, o presidente dos Estados Unidos chegou a afirmar que a vitória de Lula “parece ter sido outra eleição fraudada”. Entretanto, disse “gostar” de Lula e que se dá “muito bem com ele”.
Flávio recorre à cidadania italiana
Devido ao cancelamento do passaporte brasileiro, o candidato derrotado no segundo turno da eleição presidencial, Flávio Bolsonaro (PL), precisou usar o documento italiano para conseguir chegar aos Estados Unidos, segundo o documento de declaração de voo, referente à ida da Argentina para o Equador.
Ao contrário do senador, a mulher e as filhas apresentaram a autorização do Brasil.
Nas redes sociais, a Direção Nacional de Migrações da Argentina afirmou que Flávio e sua família atravessaram a fronteira às 22:50 desta terça-feira (27) “sem nenhum impedimento legal para o ingresso no país”.
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