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Isenção do IR: senadores pedem adiamento a projeto e votação em comissão fica para quarta

Renan Calheiros manteve texto da Câmara, com imposto zero até R$ 5.000, e defende um 2º projeto para arrecadação

Brasília|Lis Cappi, do R7, em Brasília

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • A votação do projeto de isenção do Imposto de Renda foi adiada para quarta-feira (5) a pedido de senadores.
  • Renan Calheiros defendeu a proposta que isenta quem ganha até R$ 5.000, mas expressou dúvidas sobre a compensação financeira necessária.
  • Há urgência para aprovar o projeto antes de ser sancionado pelo presidente Lula, visando que o benefício entre em vigor em 2026.
  • Um segundo projeto foi proposto para aumentar a arrecadação, incluindo medidas como dobrar a taxação de apostas e aumentar impostos sobre bancos.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

O senador Renan Calheiros manteve texto da Câmara para isentar do IR quem ganha até R$ 5.000 Saulo Cruz/Agência Senado - 04.11.2025

A votação da proposta para isentar do IR (Imposto de Renda) quem ganha até R$ 5.000, que estava na pauta da CAE (Comissão de Assuntos Econômicos) desta terça-feira (4), foi adiada a pedido de senadores para um tempo maior de análise, e será retomada na comissão na quarta-feira (5).

Desde que chegou ao Senado, o debate ligado ao IR tem sido marcado pela possível necessidade de aumentar a compensação da reforma da renda. O relator, Renan Calheiros (MDB-AL), afirma ter dúvidas sobre o recurso para arcar com o benefício ao IR.


Apesar da sinalização, há pressa para aprovar o projeto, para que o benefício possa avançar ao plenário e ser sancionado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva a tempo de valer em 2026.

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Como alternativa, Renan apresentou um projeto que mantém a versão da Câmara, confirmando imposto zero a quem ganha até R$ 5.000 e gradual para salários até R$ 7.300, mas o político também defendeu um segundo projeto para garantir a compensação da isenção da renda.


A ideia é manter dois projetos: o do IR, que será analisado na quarta-feira, e continuar discutindo um aumento da arrecadação, pela nova proposta.

Esse novo texto propõe dobrar a taxação de bets, além de aumentar impostos a bancos e fintechs, e tem uma previsão de arrecadar R$ 4,8 bilhões em 2026. O projeto também está na pauta da CAE e teve votação adiada para que senadores tenham mais tempo para analisar o texto.


A defesa dos dois projetos foi reforçada por Renan Calheiros ao apresentar o projeto à comissão. “Há um consenso na necessidade de aprovarmos a medida que surgem em prol dos trabalhadores e trabalhadoras do nosso país. Não relegamos, sem dúvida, a necessidade de aprimoramento no texto, como apontamos nesse relatório”, disse.

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