Líder europeia diz que acordo com Mercosul beneficia negociação política por terras raras
Ursula von der Leyen citou expectativa de avanço nas negociações por matérias-primas, como lítio e níquel
Brasília|Lis Cappi, do R7, em Brasília
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Ursula von der Leyen citou expectativa de avanço nas negociações por matérias-primas, como lítio e níquel — A presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, prevê que o acordo entre o Mercosul e a União Europeia poderá beneficiar o avanço de negociações com o Brasil relacionadas a matérias-primas, como lítio e níquel, e terras raras.
A declaração foi feita ao lado do presidente Luiz Inácio Lula da Silva nesta sexta-feira (16), após reunião entre os líderes no Rio de Janeiro, na véspera da assinatura oficial do acordo.
“Eu estou muito feliz que a Europa e o Brasil estejam prontos para um acordo político muito importante para a questão de matérias-primas. Nós iremos fazer agora esse tipo de cooperação com projetos de investimento conjunto de lítio, níquel e terras raras. Isso é chave para o mundo digital e dependência energética”, afirmou von der Leyen.
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A presidente da Comissão Europeia também celebrou o avanço do acordo entre os dois blocos e classificou a assinatura do tratado como um “primeiro passo” para a criação de uma zona de livre comércio.
“A assinatura de amanhã será o primeiro passo, mas há outros capítulos a serem escritos. A história só será um completo sucesso quando as pessoas, as empresas e os negócios puderem sentir os benefícios do nosso acordo. E isso deve acontecer rapidamente”, disse.
Neste sábado (17), a líder europeia viaja ao Paraguai para participar da cerimônia de assinatura do tratado de livre comércio entre Mercosul e União Europeia.
Lula não participará da cerimônia, e o Brasil será representado pelo ministro das Relações Exteriores, Mauro Vieira. A etapa de assinatura ao acordo compete aos chanceleres de cada país do Mercosul: Argentina, Brasil, Paraguai e Uruguai.
A assinatura acontece uma semana depois de a União Europeia ter oficialmente aprovado o acordo comercial com o Mercosul. Contudo, os termos do tratado não entram em vigor imediatamente, pois ainda é necessário que o Parlamento Europeu e os parlamentos de todos os países do Mercosul ratifiquem o acordo.
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