Lula abre conferência em Brasília com foco no combate à fome e na agricultura sustentável
Encontro ocorre nesta quarta (4) e reúne ministros da América Latina e do Caribe para definir prioridades dos próximos dois anos
Brasília|Luiza Marinho*, do R7, em Brasília
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O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) participa, nesta quarta-feira (4), da cerimônia de abertura da 39ª FAO (Conferência Regional da Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura) para a América Latina e o Caribe.
O evento discute técnicas e políticas de alto nível sobre o enfrentamento à fome e à má nutrição, além de temas como segurança alimentar, agricultura sustentável e cooperação regional.
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A cerimônia ocorre às 10h, no Palácio Itamaraty, em Brasília, e marca o início dos debates estratégicos do bloco para 2026 e 2027.
O encontro reúne ministros — como o da Agricultura e Pecuária, Carlos Fávaro —, autoridades e representantes dos países latino-americanos e caribenhos.
Prioridades regionais
Também entram na pauta o alto custo das dietas saudáveis, as mudanças climáticas e a transformação dos sistemas agroalimentares.
A escolha do Brasil como sede é vista como simbólica. Em entrevista ao programa Record News Rural, o representante regional da FAO, Rene Orellana Halkyer, ressaltou que o país acumulou experiência relevante ao sair do Mapa da Fome.
“O Brasil teve uma experiência muito efetiva sobre precisamente sair do mapa da fome e teve uma vontade política sustentada na convenção. Articulou diversos setores, desenvolveu um conjunto de políticas públicas interconectadas e ações coordenadas, deixou recursos financeiros disponíveis e fundos para abordar o tema do combate à fome”, detalhou.
Segundo ele, a entidade se concentra na produção de conhecimento técnico para apoiar políticas públicas. “No âmbito de produção, o enfoque da FAO é acelerar a adoção de sistemas produtivos inovadores e sustentáveis”, enfatizou Halkyer.
O representante também afirmou que a principal tarefa da conferência será estabelecer um “roteiro” e “linhas futuras” para os próximos dois anos. Para ele, o fortalecimento do multilateralismo e do diálogo entre os países será decisivo para consolidar cadeias produtivas mais resilientes e sustentáveis na região.
* Estagiária do R7, sob supervisão de Letícia de Souza, editora de texto.
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