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Lula conversa com Trump por telefone sobre Conselho da Paz e combina ida aos Estados Unidos

Norte-americano e brasileiro também conversaram a respeito de questões econômicas dos países e da intervenção na Venezuela

Brasília|Do R7

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • Presidente Lula e Trump acordam encontro presencial nos EUA após fevereiro.
  • Conversaram sobre questões econômicas, Venezuela e Conselho da Paz proposto por Trump.
  • Lula defende inclusão da Palestina no Conselho da Paz e reforma da ONU.
  • Líder brasileiro enfatiza cooperação no combate ao crime organizado.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

Trump e Lula combinaram de se encontrar depois de fevereiro, mas reunião ainda não tem data marcada Ricardo Stuckert/PR - 26.10.2025

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) acordou com o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, um encontro presencial no país norte-americano para depois de fevereiro. A data ainda não está confirmada, mas os dois conversaram por telefone nesta segunda-feira (26).

Na ligação, que durou cerca de 50 minutos, Trump e Lula conversaram sobre questões econômicas, a situação da Venezuela e o Conselho de Paz, lançado por Trump e voltado à Faixa de Gaza. O brasileiro propôs ao estadunidense que o colegiado se limite à questão na Palestina e preveja um assento para o Estado do Oriente Médio.


O Brasil ainda não respondeu ao convite para integrar o conselho. No entanto, Lula aproveitou para reiterar a defesa de uma reforma abrangente da ONU (Organização das Nações Unidas), que inclua a ampliação do número de integrantes permanentes no Conselho de Segurança.

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Os dois também abordaram a questão da Venezuela. O líder brasileiro ressaltou a importância da preservação da paz e da estabilidade na nação vizinha, além de defender o bem-estar no país latino.


Na conversa, Lula e Trump trataram dos indicadores econômicos dos respectivos países e celebraram o bom relacionamento construído nos últimos meses.

O petista ainda mencionou a proposta enviada ao Departamento de Estado dos EUA, em dezembro, pelo fortalecimento da cooperação entre as duas nações no combate ao crime organizado.


Por fim, Lula manifestou interesse em estreitar a parceria na repressão à lavagem de dinheiro e ao tráfico de armas, bem como no intercâmbio de dados sobre transações financeiras e no congelamento de ativos de grupos criminosos.

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