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Lula e Macron conversam sobre Conselho da Paz e defendem fortalecimento da ONU

Ligação, que durou cerca de uma hora, também abordou Venezuela, acordo Mercosul–UE e cooperação bilateral entre Brasil e França

Brasília|Do R7, em Brasília

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • Presidentes Lula e Macron conversaram sobre a criação de um Conselho da Paz.
  • Defenderam o fortalecimento das Nações Unidas e a importância do alinhamento com o Conselho de Segurança.
  • Abordaram a situação da Venezuela e condenaram violações ao direito internacional.
  • Reafirmaram a importância do acordo Mercosul-União Europeia e discutiram cooperação bilateral em defesa e tecnologia.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

Conversa entre Lula e Macron durou cerca de 1 hora Ricardo Stuckert/PR - arquivo

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva conversou por telefone nesta terça-feira (27) com o presidente da França, Emmanuel Macron, sobre a proposta de criação de um Conselho da Paz, apresentada pelos Estados Unidos, entre outros temas da agenda internacional. A ligação durou cerca de uma hora.

Durante a conversa, os dois líderes defenderam o fortalecimento das Nações Unidas e concordaram que iniciativas em matéria de paz e segurança devem estar alinhadas aos mandatos do Conselho de Segurança da ONU (Organização das Nações Unidas), além de respeitar os princípios e propósitos da Carta das Nações Unidas.


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Lula e Macron também trocaram impressões sobre a situação na Venezuela. Ao condenarem o uso da força em violação ao direito internacional, concordaram sobre a importância da manutenção da paz e da estabilidade na América do Sul e no mundo.

No campo econômico, o presidente brasileiro reafirmou que considera o acordo entre o Mercosul e a União Europeia positivo para os dois blocos. Segundo Lula, o tratado representa uma contribuição relevante para o fortalecimento do multilateralismo e do comércio internacional baseado em regras.


Os dois presidentes também deram continuidade ao diálogo frequente sobre a cooperação bilateral, com destaque para as áreas de defesa, ciência e tecnologia e energia. Nesse contexto, concordaram em orientar suas equipes técnicas a concluir as negociações em andamento, com a expectativa de finalizar acordos ainda no primeiro semestre de 2026.

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