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Lula se reúne com cinco ministros nesta segunda-feira em meio à crise com o Congresso

Legislativo deve analisar projetos como o Projeto de Lei Antifacção, além da indicação de Jorge Messias ao STF

Brasília|Rafaela Soares, do R7, em Brasília

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • O presidente Lula convocou cinco ministros para reunião no Palácio do Planalto em um momento de tensão com o Congresso.
  • Projetos importantes a serem analisados incluem o Projeto de Lei Antifacção e a indicação de Jorge Messias ao STF.
  • Houve críticas do presidente do Senado, Davi Alcolumbre, sobre atrasos na mensagem de indicação de Messias.
  • O Projeto de Lei Antifacção pode ser votado esta semana, gerando embates entre Executivo e Legislativo.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

Lula deve tratar sobre projetos de segurança pública com ministros Ton Molina/Fotoarena/Estadão Conteúdo - 26/11/2025

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva convocou cinco ministros para uma reunião no Palácio do Planalto nesta segunda-feira (1º). Entre eles está a ministra da Secretaria de Relações Institucionais, Gleisi Hoffmann.

O encontro ocorre em meio a um momento de tensão na relação com o Congresso Nacional, que deve analisar projetos de interesse do governo, como o Projeto de Lei Antifacção, além da indicação de Jorge Messias para o STF (Supremo Tribunal Federal).


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Participam da reunião os seguintes ministros:

  • Rui Costa, da Casa Civil;
  • Ricardo Lewandowski, da Justiça e Segurança Pública;
  • Fernando Haddad, da Fazenda;
  • Gleisi Hoffmann, da Secretaria de Relações Institucionais;
  • Sidônio Palmeira, da Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República.

Governo x Congresso

No domingo (30), o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), afirmou que o Executivo estaria atrasando o cronograma de sabatina no Senado ao não enviar a mensagem oficial de indicação de Messias. “Nenhum Poder deve se julgar acima do outro”, declarou.


Embora a indicação tenha sido publicada no Diário Oficial da União, o protocolo prevê também o envio de uma mensagem formal ao Congresso Nacional, o que ainda não ocorreu.

“Feita a escolha pelo presidente da República e publicada no Diário Oficial da União, causa perplexidade ao Senado que a mensagem escrita ainda não tenha sido enviada, o que parece buscar interferir indevidamente no cronograma estabelecido pela Casa, prerrogativa exclusiva do Senado Federal”, afirmou Alcolumbre.


Em resposta, Gleisi Hoffmann reagiu nas redes sociais e disse que jamais consideraria rebaixar a relação com o presidente do Senado a “qualquer espécie de fisiologismo ou negociação de cargos e emendas”.

“O governo repele tais insinuações, da mesma forma que fez o presidente do Senado em nota divulgada hoje, por serem ofensivas à verdade, a ambas as instituições e a seus dirigentes”, afirmou a ministra.


Segurança

Nesta terça-feira (2), está prevista a audiência do Projeto de Lei Antifacção, que pode ser votado já na quarta-feira (3).

O texto se tornou um ponto de embate entre Legislativo e Executivo, após sofrer alterações que, segundo o governo, enfraquecem o combate à criminalidade e a atuação da Polícia Federal.

Na Câmara dos Deputados, o deputado Mendonça Filho (União-PE) deve apresentar o parecer sobre a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) da Segurança Pública.

No mesmo dia, está prevista uma reunião de líderes para discutir a pauta da semana. Segundo o presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), a intenção é votar o texto em plenário ainda neste ano.

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