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Lula relembra vítimas do Holocausto e alerta para riscos do autoritarismo e do ódio

Em publicação nas redes sociais, presidente reforça a importância da memória

Brasília|Joice Gonçalves, do R7, em BrasíliaOpens in new window

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Lula defendeu os direitos humanos e relembrou o massacre dos judeus no século passado Marcelo Camargo/Agência Brasil - Arquivo

Nas redes sociais, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou, nesta terça-feira (27), que o Dia Internacional em Memória das Vítimas do Holocausto serve como um alerta permanente sobre os horrores que a humanidade é capaz de cometer contra si mesma.

Na publicação, Lula destacou que o autoritarismo, os discursos de ódio e o preconceito étnico e religioso foram elementos centrais na construção da tragédia que marcou o século XX. Para ele, lembrar o Holocausto é também reafirmar o compromisso com a defesa dos direitos humanos e da convivência pacífica entre os povos.


O presidente recordou ainda que, em 2004, durante um encontro com Israel Singer, então dirigente do Congresso Judaico Mundial, assinou uma petição enviada à ONU (Organização das Nações Unidas) para que o 27 de janeiro fosse reconhecido oficialmente como data internacional de memória.

O dia remete à revelação das atrocidades cometidas no campo de concentração de Auschwitz, símbolo do genocídio promovido pelo regime nazista.


Segundo Lula, a data é dedicada à lembrança das milhões de vítimas do Holocausto, à solidariedade às famílias destruídas e ao reconhecimento do sofrimento de todo um povo.

Ele afirmou ainda que preservar essa memória é fundamental para fortalecer as instituições democráticas e evitar que crimes semelhantes voltem a se repetir.

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