Master: PF mira fraude na Rioprevidência e apreende dinheiro jogado de apartamento
Terceira fase da Operação Barco de Papel investiga aplicação de R$ 970 milhões em letras do banco liquidado
Brasília|Débora Sobreira, do R7, em Brasília*
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Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

A Polícia Federal deflagrou nesta quarta-feira (11) a terceira fase da Operação Barco de Papel. A investigação apura suspeitas de fraude na gestão de recursos da RioPrevidência relacionados ao Banco Master, atualmente liquidado.
Entre novembro de 2023 e julho de 2024, auditorias apontaram indícios de irregularidades na compra de letras financeiras emitidas pela instituição. O volume aplicado alcança cerca de R$ 970 milhões.
Operação em Santa Catarina
A etapa busca localizar e recuperar bens, valores e objetos retirados do apartamento de um dos investigados. A medida complementa diligência realizada em 23 de janeiro.
Pela manhã, agentes cumpriram dois mandados de busca e apreensão em endereços ligados aos alvos, nas cidades de Balneário Camboriú e Itapema, em Santa Catarina. As ordens judiciais têm fundamento em indícios de obstrução de investigação e ocultação de provas.
Durante a ação, uma cena chamou a atenção da equipe. No momento da chegada dos policiais, um dos ocupantes lançou pela janela do apartamento uma mala com dinheiro em espécie. As notas se espalharam pelo lado externo do prédio.
Operação da Polícia Federal em Santa Catarina investiga esquema entre Master e Rioprevidência
Um dos carros de luxo que a PF recolheu durante a operação
Divulgação/PF - 11.02.2026
* Sob supervisão de Leonardo Meireles
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