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Mauro Cid deve ser convocado em agosto, diz presidente da CPI do 8 de Janeiro

Alexandre de Moraes também autorizou depoimentos do coronel Jorge Eduardo Naime e do indígena José Acácio Serere Xavante 

Brasília|Fabíola Souza, do R7, em Brasília


Prédio da Câmara Legislativa do Distrito Federal
Prédio da Câmara Legislativa do Distrito Federal

O presidente da CPI dos atos extremistas da Câmara Legislativa do Distrito Federal (CLDF), deputado distrital Chico Vigilante (PT), informou, nesta sexta-feira (16), que o depoimento do tenente-coronel do Exército Mauro Cid, do coronel Jorge Eduardo Naime, que comandou a Policia Militar em 8 de janeiro, e do indígena José Acácio Serere Xavante será marcado para agosto, após o recesso parlamentar, que vai de 1º a 31 de julho. 

A CPI tem prazo de encerramento para setembro e poderá ser prorrogada por três meses, para concluir seus trabalhos. Nesta quinta-feira (15), o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), autorizou os seguintes depoimentos à Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) dos atos extremistas da Câmara Legislativa do Distrito Federal (CLDF):

• tenente-coronel do Exército Mauro Cid, ex-ajudante de ordens de Jair Bolsonaro;

• Alan Diego dos Santos e George Washington de Oliveira Sousa, presos devido a uma tentativa de explosão de bomba no aeroporto de Brasília em dezembro do ano passado;

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• o indígena José Acácio Serere Xavante;

• os policiais militares Cláudio Mendes dos Santos, Flávio Silvestre Alencar e Jorge Eduardo Naime Barreto.

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O depoimento de Alan Diego dos Santos está marcado para a última quinta-feira do mês, no dia 29. "Nós entramos com o requerimento, e em menos de 24 horas o ministro [Alexandre de Moraes] despachou autorizando a vinda", disse o presidente. 

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Em sua decisão, Moraes ressaltou que a condução de Cid à CLDF deverá ser feita “mediante escolta policial, e somente ocorrerá se houver sua prévia concordância”. Ele poderá exercer o direito de ficar em silêncio. "A gente tem de avisar previamente para que seja providenciada a escolta policial, mas eu acho muito importante, para todos os esclarecimentos, que nós queremos na CPI o depoimento dessas pessoas", declarou o deputado distrital.

Na próxima quinta-feira (22), a CLDF ouvirá o ex-ministro-chefe do Gabinete de Segurança Institucional (GSI). De acordo com o presidente da comissão, Chico Vigilante, o depoimento do general Gonçalves Dias está confirmado e não terá mais adiamento na agenda. O militar seria ouvido no dia 15 de junho, mas os deputados distritais alteraram a agenda.

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