Médicos falam em ‘risco de morte’ sobre caso que levou Bolsonaro à internação na UTI
Segundo equipe, ex-presidente foi acometido por uma ‘pneumonia mais grave do que as anteriores’; estado é considerado estável
Brasília|Do R7, com RECORD NEWS
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Os médicos responsáveis por Jair Bolsonaro atualizaram, no início da noite desta sexta (13), as condições de saúde do ex-presidente do Brasil. Ele foi levado pela manhã a um hospital particular de Brasília, onde foi diagnosticado com broncopneumonia bacteriana e internado na UTI (Unidade de Terapia Intensiva).
Segundo eles, Bolsonaro é considerado pela medicina como um “idoso frágil”, já que ele possui diversas intercorrências e ingere vários medicamentos. “Todas as demais internações foram consequências daquela primeira [...] Desde abril do ano passado, esse é o terceiro episódio dele de pneumonia”, explicou o cardiologista Leandro Echenique. Segundo o médico, o episódio de pneumonia desta sexta “foi mais grave do que os anteriores”.
Foi revelado que Bolsonaro teve febre durante a madrugada, calafrios que desestabilizaram a mobilidade do corpo e episódios de vômito. Ao ser examinado, sua saturação era de 80%, o que, segundo os médicos, são sinais de gravidade pelo perfil hipertenso do político.
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“Foi confirmada uma pneumonia bilateral, pegou os dois pulmões; a do lado esquerdo foi maior que a do lado direito. Teve alterações no exame de sangue em consequência dessa infecção [...] Nesse momento, ele se encontra na UTI [...] a gente não tem prazo para a alta da UTI”, argumentou o cardiologista.
O médico-chefe da equipe cirúrgica, Claudio Birolini, alertou para o quadro de pneumonia aspiratória, que pode evoluir para uma insuficiência respiratória e uma possível morte.
“É uma situação bastante crítica, bastante indesejada, e que realmente, para quem questiona isso, realmente põe em risco a vida do paciente. Uma pneumonia aspirativa pode fazer com que a pessoa evolua com uma insuficiência respiratória e se você não intervir, morra. Então, por favor, a gente está lidando com uma situação extremamente grave. No momento, a questão do presidente Bolsonaro é estável, mas o risco de um evento potencialmente mortal mais uma vez surge nessas circunstâncias”, disse.
O médico Brasil Caiado também enfatizou a gravidade do quadro que acomete o ex-presidente. “O que me chamou atenção quando fui examiná-lo [...] foi a velocidade de instalação dessa infecção [...]. No caso dele, de hoje, foi assustador”, disse.
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