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Ministério da Educação lança reality show Merendeiras do Brasil

Programa vai reunir 15 profissionais, três de cada região, que se submeterão a provas culinárias, receitas e desafios dinâmicos

Brasília|Plínio Aguiar, do R7, em Brasília

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O ministro da Educação, Milton Ribeiro
O ministro da Educação, Milton Ribeiro Reprodução/Youtube 21.11.2021

O Ministério da Educação, sob o comando de Milton Ribeiro, lançou o reality show Merendeiras do Brasil. O concurso vai reunir 15 profissionais, três de cada região, selecionadas a partir de critérios técnicos e, no fim, apontará a melhor merendeira do país.

No total, serão oito episódios nos quais as participantes serão testadas em provas definidas pela equipe do FNDE (Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação).

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"Esse reality show é uma forma de agradecer e de mostrar a importância que essas merendeiras têm na formação dos nossos estudantes", afirmou Ribeiro.

De acordo com a coordenadora-geral do PNAE (Programa Nacional de Alimentação Escolar), Karine Santo, as merendeiras se submeterão a provas culinárias e desafios dinâmicos.

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Ribeiro informou sobre o programa ao presidente Jair Bolsonaro nesta terça-feira (8). "Ele ficou feliz em saber", disse.

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Veja, abaixo, as participantes do Merendeiras do Brasil:

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Centro-oeste

- Juliana de Souza, de Rubiataba (GO)

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- Adriele Samuel, de Maracaju (MS)

- Neuza Pasinato, de Sorriso (MT)

Nordeste

- Magnólia Gonçalves, de Sobral (CE)

- Maria de Lourdes dos Santos, de Lucena (PB)

- Marilene Pires, de Teresina (PI)

Norte

- Maria Nilza, de Marcehal Taumaturgo (AC)

- Alzenira Costa, de Carreiro (AM)

- Vanda Carqueiro, de Carcoal (RO)

Sudeste

- Geralda, de Mogi das Cruzes (SP)

- Elza Maria, de Vassouras (RJ)

- Rosangela de Fátima, de Campo Belo (MG)

Sul

- Alaia Silveira, de Maravilha (SC)

- Rosani Juste, de Itati (RS)

- Elisa Cristina, de Capitão Leônidas (PR)

Educação sexual

Durante discurso na cerimônia de anúncio do programa, o ministro da Educação, que é alvo de ação por homofobia no STF (Supremo Tribunal Federal), voltou a criticar a educação sexual nas escolas.

"Nós não vamos permitir que a educação brasileira vá por um caminho de tentar ensinar coisas erradas para as crianças. Coisa errada se aprende na rua. Dentro da escola, a gente tem que aprender o que é bom, o correto, o civismo, o patriotismo, as coisas certas", disse.

"Não vou permitir que ninguém violente a inocência das crianças nas escolas públicas. Não vou permitir isso. Esse é um compromisso do nosso presidente. Não tem esse negócio de ensinar: você nasceu homem, pode ser mulher. Respeito todas as orientações. Mas uma coisa é respeitar, agora incentivar é outro passo", completou.

Ribeiro destacou que o estado é laico, mas que não permitirá a abordagem da transsexualidade nas escolas. "Mas não vou permitir que, para crianças de 6 a 10 anos, um professor chegue e diga que se ele nasceu homem, se ele quiser ser mulher, pode ser mulher."

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