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MP do Rio defende no STF que Monique Medeiros continue presa pela morte de Henry Borel

Monique é ré no mesmo processo que o ex-vereador Dr. Jairinho; eles são acusados de tortura e homicídio do menino morto em 2021

Brasília|Gabriela Coelho, do R7, em Brasília

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Monique Medeiros ao deixar a cadeia
Monique Medeiros ao deixar a cadeia

O Ministério Público do Rio de Janeiro (MPRJ) enviou ao Supremo Tribunal Federal (STF) manifestação em que defende o restabelecimento da prisão preventiva de Monique Medeiros. A defesa dela havia entrado com um recurso contra a decisão do ministro Gilmar Mendes que determinou que ela volte à prisão.

No fim de julho, Gilmar Mendes pediu ao MPRJ e à Procuradoria-Geral da República (PGR) que se manifestassem sobre o recurso. 


Monique é ré no mesmo processo que envolve o ex-namorado, o ex-vereador Dr. Jairinho, que continua preso preventivamente (sem prazo). Os dois são acusados de tortura e do homicídio do filho dela, o menino Henry Borel, morto em 2021.

Também em julho, a Justiça do Rio confirmou que o casal vai a júri popular pelo crime. Os desembargadores da 7ª Câmara Criminal da Capital incluíram mais crimes nas acusações contra Monique e Jairo.


Esta é a segunda vez que a Justiça determina o retorno de Monique à cadeia. Em junho de 2022, ela voltou para o Instituto Penal Santo Expedito, em Bangu, após ter sido solta com a condição de utilizar tornozeleira eletrônica.

Caso

Henry Borel morreu aos 4 anos, em março de 2021. A polícia concluiu que a criança já estava sem vida ao sair do apartamento em que morava com a mãe e o padrasto, na Barra da Tijuca, na zona oeste do Rio, quando foi levada ao hospital.

Segundo o laudo do Instituto de Criminalística, o menino teve uma hemorragia interna provocada por uma laceração no fígado após ações violentas. Os exames identificaram 23 lesões no corpo da criança.

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