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Ministro de Lula diz que atrito entre governo e Senado por indicação de Messias é ‘pontual’

Alexandre Silveira diz ter ‘absoluta convicção’ de que impasse será resolvido ‘para o bem do Brasil’

Brasília|Do Estadão Conteúdo

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • Ministro de Minas e Energia comenta atrito entre governo e Senado sobre indicação de Jorge Messias ao STF.
  • Alexandre Silveira considera conflito como "pontual" e acredita em resolução através do diálogo.
  • Descontentamento do presidente do Senado, Davi Alcolumbre, após a escolha de Messias em detrimento de Rodrigo Pacheco.
  • Silveira manifesta apoio a possível candidatura de Pacheco ao governo de Minas, apesar de Pacheco já ter sinalizado que não pretende se candidatar novamente.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

Ministro de minas e energia, Alexandre Silveira
Alexandre Silveira acredita que atrito será solucionado Lula Marques/Agência Brasil - 15.10.2025

O ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira, comentou o atrito entre o governo federal e o Congresso Nacional em relação à indicação realizada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) do advogado-geral da União, Jorge Messias, para uma cadeira no STF (Supremo Tribunal Federal). O ministro avaliou que o desentendimento é “pontual” e que, em breve, será solucionado.

“Eu acredito sempre no diálogo, na busca pelos problemas reais da sociedade. Dialogar para construir maioria nas casas parlamentares é extremamente natural, e qualquer estresse que seja pontual, eu tenho absoluta convicção de que será resolvido para o bem do Brasil”, afirmou o ministro.

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“Quem sabe a hora de o presidente Lula entrar em qualquer discussão é o presidente Lula, que teve 60 milhões de votos no Brasil, que é o líder dessa nação, que tem uma responsabilidade e uma experiência tremenda no trato com a coisa pública e na relação democrática com o parlamento nacional”, completou.

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A indicação de Jorge Messias para o Supremo ocorreu no contexto da aposentadoria do ministro Luís Roberto Barroso. O ato gerou descontentamento no presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), que tinha preferência pelo senador Rodrigo Pacheco (PSD-MG).

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O conflito foi intensificado neste domingo (30), quando Alcolumbre acusou setores do Executivo de tentar interferir em sabatina de Messias.

Para o ministro de Minas e Energia, que também foi companheiro de partido de Pacheco antes de assumir o cargo na Esplanada, a escolha de Messias não os afastou, e ele segue disposto a apoiar uma possível candidatura de Pacheco ao governo mineiro.

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“Se o ex-presidente e amigo Rodrigo Pacheco for candidato a governador de Minas, eu já deixei público que o apoiarei com todo entusiasmo, até porque reconheço seu valor como homem público, alguém que prestou relevantes serviços à sociedade brasileira, na defesa da democracia e dos valores republicanos”, concluiu.

Contudo, em outras oportunidades Pacheco já havia sinalizado que não pretendia disputar novas eleições.

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“Eu nunca pensei em me eternizar na política. Há, inclusive, muitos pronunciamentos meus, desde quando entrei e deixei a advocacia, nos quais eu dizia que tinha uma data de entrada e também uma data de saída da política”, afirmou Pacheco a jornalistas.

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