Brasília Ministro do TCU sofre tentativa de assalto e é salvo por cachorra

Ministro do TCU sofre tentativa de assalto e é salvo por cachorra

Dorinha, uma cadela da raça spitz-alemão, fez o alerta sobre a movimentação estranha na residência do ministro

  • Brasília | Hellen Leite, do R7, em Brasília

Dorinha salvou a família do ministro Benjamin Zymler de uma tentativa de assalto

Dorinha salvou a família do ministro Benjamin Zymler de uma tentativa de assalto

Arquivo pessoal

O ministro do Tribunal de Contas da União (TCU) Benjamin Zymler foi salvo da ação de criminosos por uma cadela, neste sábado (4). A tentativa de assalto aconteceu na casa onde o ministro mora com a família, no Lago Sul, área nobre do Distrito Federal.

Ao R7, Zymler contou que os criminosos entraram armados na residência da família por volta das 15h do sábado. Ele estava trabalhando no computador, no térreo da casa, no momento da abordagem. Os criminosos colocaram uma arma na cabeça do ministro e o renderam, juntamente com a esposa e a filha. Eles pretendiam trancar a família em um cômodo para roubar objetos.

Enquanto subiam as escadas, a cachorra da família, Dorinha, da raça spitz-alemão, colocou-se na frente dos criminosos. “Ela tem um lado territorial muito forte, ela late e protege muito. Quando eles nos conduziram, ela latiu muito. Eles falaram ‘sujou’, perceberam que os seguranças estavam por perto e desistiram da ação”, afirmou o ministro.

Ministro Benjamin Zymler mora em Brasília desde 1985

Ministro Benjamin Zymler mora em Brasília desde 1985

TCU/Divulgação

Os dois criminosos fugiram sem levar nada. Na casa do ministro, ficaram o medo e a sensação de gratidão a Dorinha, uma cadelinha preta de 3 anos. “Ela já era muito querida, agora ficou muito mais. Virou nossa heroína e ganhou até direito a ração especial”, disse o ministro.

A Polícia Militar do Distrito Federal confirmou ter atendido a uma ocorrência na região às 15h30 do sábado. A perícia da Polícia Civil foi acionada para investigar o caso. Até a última atualização desta reportagem, ninguém foi identificado.

“Graças a Deus, não teve consequências materiais maiores, ninguém nos agrediu, mas nos deixou com medo, nunca tinha sofrido violência armada”, finalizou o ministro, que mora em Brasília desde 1985.

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