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Moraes autoriza Bolsonaro a receber visitas de Rogério Marinho e outros aliados em março

Na decisão, ministro do STF diz que visitantes deverão realizar o cadastro prévio para possibilitar os encontros

Brasília|Gabriela Coelho, do R7, em BrasíliaOpens in new window

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • STF autoriza Jair Bolsonaro a receber visitas de aliados em março.
  • Senador Rogério Marinho e outros políticos estão na lista de visitantes.
  • Visitas exigem cadastro prévio e cumprimento de regras prisionais.
  • Defesa solicita prisão domiciliar com base em laudo da Polícia Federal sobre a saúde de Bolsonaro.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

Todas as visitas serão em março, em dias diferentes, de acordo com decisão do ministro Rosinei Coutinho/STF - 12.04.2025

O ministro do STF (Supremo Tribunal Federal) Alexandre de Moraes autorizou o ex-presidente Jair Bolsonaro a receber as visitas do senador Rogério Marinho e de outros aliados na Papudinha, em Brasília. Todas as visitas serão em março, em dias diferentes.

Além de Marinho, integram a relação de nomes o ex-assessor José Vicente Santini, a deputada federal Bia Kicis (PL-DF), o deputado federal Marco Feliciano (PL-SP) e o secretário de Estado de Ciência, Tecnologia e Inovação do Rio de Janeiro, Anderson Luis de Moraes.


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Na decisão, Moraes diz que os visitantes deverão realizar o cadastro prévio para possibilitar as visitas e respeitar as regras e procedimentos destinados a regulamentar o cadastro de visitantes para ingresso nos estabelecimentos prisionais do Distrito Federal.

Defesa aguarda resposta a pedido de prisão domiciliar

Na semana passada, após a Polícia Federal encaminhar ao STF um laudo sobre o estado de saúde do ex-presidente, a defesa pediu novamente o direito à prisão domiciliar para Bolsonaro.


Os advogados argumentam que o laudo elaborado pelos peritos oficiais apontou ser “inegável a presença de comorbidades crônicas que ensejam controle e acompanhamento” do ex-presidente.

O documento da PF mencionado pela defesa analisou diagnósticos, riscos clínicos e as condições necessárias para que Bolsonaro cumpra, em ambiente prisional, a pena à qual foi condenado.


Os peritos apontaram estabilidade clínica e concluíram que as doenças crônicas do ex-presidente estão sob controle, com uso de remédios e acompanhamento médico.

Assim, a Polícia Federal atestou que o quadro atual do ex-presidente não exige internação hospitalar nem transferência para hospital penitenciário.

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