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PF prende trio que divulgava vídeos de abuso contra mulheres sedadas; sete são investigados

Ações da quadrilha devem ser enquadradas, de início, como crime de violência sexual contra vulnerável e divulgação de cena de estupro

Brasília|Giovana Cardoso, do R7, em Brasília

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • A Policia Federal realizou uma operação para prender suspeitos de divulgar vídeos de abusos sexuais contra mulheres sedadas.
  • As ações ocorreram em vários estados, incluindo São Paulo, Ceará, Pará, Santa Catarina e Bahia, com três prisões temporárias e sete mandados de busca.
  • Os investigados discutiam o uso de medicamentos sedativos, evidenciando conhecimento sobre suas propriedades e efeitos.
  • A divulgação desses vídeos pode ser enquadrada como estupro de vulnerável, conforme a Lei nº 13.642/2018, que permite apurações de crimes na internet.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

Investigações começaram com informações da Europol sobre redes transnacionais que replicavam esses conteúdos Tânia Rêgo/Agência Brasil - Arquivo

A PF (Polícia Federal) cumpriu três mandados de prisão temporária e sete de busca e apreensão contra uma quadrilha suspeita de divulgar vídeos de abusos sexuais cometidos contra mulheres sedadas. A operação da corporação ocorre na manhã desta quarta-feira (11), nos seguintes estados: Bahia, Ceará, Pará, São Paulo e Santa Catarina.

As investigações começaram no ano passado, após a PF receber informações da Europol (Agência da União Europeia para a Cooperação Policial) que detalhavam a atuação de redes transnacionais para divulgação desses vídeos.


Sete brasileiros são investigados pelo crime. Mensagens trocadas pela quadrilha revelaram que o grupo discutia, inclusive, sobre o uso de medicamentos sedativos. Eles ainda demonstravam ter conhecimento de marcas comerciais e possíveis efeitos adversos dessas substâncias.

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As ações do grupo serão caracterizadas, inicialmente, como crimes de estupro de vulnerável e divulgação de cena de estupro. No Brasil, esses casos se enquadram na Lei nº 13.642/2018, que confere à PF atribuição para apurar delitos praticados por meio da internet e que envolvam a propagação de conteúdo misógino — de ódio, repulsa e objetificação contra mulheres.

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