Polícia do DF faz operação contra suspeito de piratear jogos e causar prejuízo mensal de R$ 34 milhões
Segundo as investigações, o site para a divulgação dos jogos digitais alcançava cerca de 386 mil usuários por mês
Brasília|Giovana Cardoso, do R7, e Ana Bianchini, da RECORD, em Brasília

A Polícia Civil do Distrito Federal realizou nesta quinta-feira (7) uma operação para cumprir dois mandados de busca e apreensão em endereços ligados a um homem suspeito de disponibilizar jogos digitais ilegalmente. Segundo as investigações, mais de 8,2 mil jogos foram pirateados, causando um prejuízo mensal a de R$ 34,7 milhões as empresas responsáveis pelo conteúdo.
O site em que o suspeito disponibilizada os jogos atraía cerca de 386 mil usuários por mês, informou a polícia. Com a divulgação, o homem, de 29 anos, ainda lucrava com a exibição de anúncios no site. “O consumo de jogos pirateados não é isento de riscos e pode levar a consequências legais, incluindo o crime de receptação, com pena de até quatro anos de reclusão”, disse a delegada Isabel D'Ávila.
Durante as buscas, uma delas realizadas no Assentamento 26 de Setembro, foram apreendidos computadores, cartões e uma arma de fogo. A operação contou com o apoio do Ministério da Justiça e das embaixadas dos Estados Unidos e Reino Unido. Ainda de acordo com a polícia, os sites já foram retirados do ar.
A pirataria é um crime contra os direitos autorais, em que a pena pode chegar a até 4 anos de prisão. Segundo o Código Penal, a violação envolve qualquer tentativa de lucro através da distribuição, venda, armazenamento, empréstimo e introdução no país, de original ou cópia de obra intelectual.
PF faz buscas contra grupo de MG envolvido em esquema de entrada ilegal nos EUA
A Polícia Federal cumpriu nesta quinta-feira (7) quatro mandados de busca e apreensão contra um grupo suspeito de participar de um esquema para facilitar a entrada de pessoas sem documentação nos Estados Unidos. Segundo os investigadores, o inquérito foi aberto depois do desaparecimento de um brasileiro na cidade de Palenque (México), em setembro do ano passado (leia mais aqui).













