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‘Politizar beneficia o criminoso’, diz Haddad sobre tentativas de vincular fraudes no Banco Master com o governo

Ministro da Fazenda falou com a imprensa na manhã desta quinta (29) a respeito das operações contra a instituição financeira

Brasília|Do R7, com RECORD NEWS

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • Fernando Haddad, Ministro da Fazenda, comentou a situação do Banco Master durante entrevista.
  • Ele afirmou que politizar as fraudes no banco beneficia os criminosos envolvidos.
  • Haddad ressaltou a gravidade das investigações e a falta de diálogo prévio entre sua pasta e o Banco Central.
  • O ministro demonstrou otimismo sobre a futura queda das taxas de juros e a influência positiva da agropecuária na economia.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

O Ministro da Fazenda, Fernando Haddad, falou com a imprensa na manhã desta quinta-feira (29), a respeito das investigações do Banco Central sobre o crescimento e a liquidação do Banco Master, alvo de operações por fraude.

Haddad afirmou que culpabilizar o governo por essas ações beneficia apenas o criminoso. “Politizar, no mau sentido da palavra, beneficia o criminoso. Se você quer a verdade, não importa de que igreja a pessoa é, de que partido a pessoa é, vai lá e pune. Não importa qual a filiação da pessoa, você pune. Isso fortalece as instituições”, disse.


Ministro da Fazenda falou com a imprensa na manhã desta quinta (29) sobre o caso Reprodução/Record News - 29.01.2026

O ministro também enfatizou que não houve diálogo entre o Ministério da Fazenda e o Banco Central até a posse de Gabriel Galípolo:

“Logo que assumiu, percebeu o tamanho do abacaxi que ele tinha para descascar, viu que a situação era muito grave. Em poucos meses, envolveu o Ministério Público e Polícia Federal porque havia suspeitas graves de fraude em carteiras. E, quando você detecta uma fraude que envolveu o Banco de Brasília, o BRB, aí não tem muito como manter no interior do Banco Central o problema. Você não estava falando de má gestão, você estava falando de crime.”


Além disso, o ministro comentou sobre decisões recentes do Copom (Comitê de Política Monetária) relacionadas à possível redução das taxas de juros na próxima reunião, em março.

“Eu estou só na expectativa de redução já há algum tempo. Você vê o IPCA-15, que foi publicado esta semana, o menor em duas décadas. Nós estamos muito confortáveis porque, além da queda do dólar, se lembrar, no começo do ano passado, havia uma preocupação muito grande com a inflação de alimentos. Você lembra disso, né? O que eu dizia à época? Olha, o dólar vai cair e a safra, a supersafra vai entrar. [...] Ou seja, aquilo que nós dizíamos no começo do ano passado que ia acontecer, foi o que aconteceu”, completou.

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