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Presidente da Fifa minimiza declarações sobre boicote à Copa e destaca recorde de ingressos

Gianni Infantino se reuniu com Lula e comentou sobre expectativas para Copa do Mundo de Futebol Masculino, na América do Norte

Brasília|Giovana Cardoso, do R7, em Brasília

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • Gianni Infantino, presidente da Fifa, minimizou o boicote à Copa de 2026 e destacou a alta demanda por ingressos.
  • Foram registrados 500 milhões de pedidos de ingressos para o evento que ocorrerá nos EUA, Canadá e México.
  • Parlamentares europeus sugeriram que seleções não participem da Copa devido a críticas ao governo dos EUA.
  • Infantino se reuniu com Lula para discutir a Copa do Mundo Feminina e o Mundial de Clubes, confirmando as competições.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

Presidente Lula recebeu Gianni Infantino no Palácio do Planalto. Brasil sediará Copa Feminina, em 2027 Ricardo Stuckert/PR - 26.01.2026

O presidente da Fifa (Federação Internacional de Futebol), Gianni Infantino, reuniu-se com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), nesta segunda-feira (26), para tratar da Copa do Mundo de Futebol Feminino, que será no Brasil, em 2027, e do Mundial de Clubes.

Durante o encontro, e diante da ameaça de boicote por países europeus à Copa do Mundo de Futebol Masculino deste ano, Infantino minimizou o caso. Além disso, afirmou que “as pessoas querem ir e vão celebrar todas juntas” no campeonato.


A fala do dirigente se baseou no número de pedidos de ingresso para os jogos, que chegou a 500 milhões até o último dia 13 — data-limite para se inscrever no sistema de compra dos bilhetes por meio de sorteio.

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O evento, sediado por Estados Unidos, Canadá e México, tem sido criticado devido às recentes ações e ao discurso do presidente norte-americano Donald Trump.


Entre outras questões polêmicas, o republicano sustenta que a Groenlândia é importante para a segurança nacional dos EUA e manifestou o interesse pela compra dela em 2019, ainda no primeiro mandato.

Com o retorno à Casa Branca em janeiro de 2025, Trump intensificou as investidas e, diante disso, parlamentares europeus defenderam que seleções do continente não participem do evento esportivo.

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