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PT aponta fraude em votação na CPMI do INSS e pede anulação da quebra dos sigilos de Lulinha

Líder do governo na comissão afirma que aprovação da abertura dos dados pessoais representou ‘atentado’ à democracia e ao Parlamento

Brasília|Do R7, em Brasília

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • A base governista na CPMI do INSS solicitou a anulação da votação por alegações de fraude na contagem de votos.
  • O líder do PT, deputado Paulo Pimenta, afirmou que os votos contabilizados pelo presidente da comissão estavam incorretos.
  • Uma representação contra o presidente da comissão, Carlos Viana, será apresentada no Conselho de Ética do Congresso.
  • Pimenta classificou o incidente como um "atentado" à democracia e solicitou apoio da imprensa para expor a situação.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

Oposição comemorou aprovação de requerimento que autorizou quebra dos sigilos de Lulinha e outros Geraldo Magela/Agência Senado - 26.02.2026

A base governista na CPMI (Comissão Parlamentar Mista de Inquérito) que apura supostas irregularidades no INSS (Instituto Nacional do Seguro Social) anunciou que vai pedir a anulação da votação desta quinta-feira (26) no colegiado. Na sessão, foi aprovada a quebra dos sigilos bancário e fiscal de Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, o que provocou confusão no Congresso Nacional.

Os parlamentares alegam ter havido fraude na contagem dos votos durante a deliberação, que ocorreu de forma simbólica. O líder do PT (Partido Trabalhista) na comissão, deputado federal Paulo Pimenta (RS), afirmou que o resultado não correspondeu ao número efetivo de congressistas que se manifestaram contrariamente à medida.


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Pimenta também comentou que integrantes da base foram à residência oficial do presidente do Congresso Nacional, Davi Alcolumbre (União-AP), em Brasília, para formalizar o pedido de anulação da votação.

“O que aconteceu é muito grave. Atenta contra a democracia e o Parlamento. Peço que a imprensa ajude a sociedade a tomar conhecimento de uma ação ilegal definida no plenário dessa comissão pelo presidente [do colegiado], senador Carlos Viana [Podemos-MG]”, criticou o deputado.


Divergência

No momento da votação simbólica, 21 parlamentares titulares e com direito a voto estavam presentes. Os governistas afirmam que 14 deles se posicionaram contrariamente aos requerimentos em análise; mesmo assim, ao anunciar o resultado, o presidente da comissão teria contabilizado apenas sete parlamentares.

Diante da diferença na contagem, Paulo Pimenta afirmou que pretende apresentar uma representação contra Carlos Viana no Conselho de Ética do Congresso, por supostas irregularidades na condução da votação.

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