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Relator da CPMI do INSS aciona a Polícia Federal após ser acusado de estupro

Alfredo Gaspar também recorre ao Supremo e à PGR contra os parlamentares Lindbergh Farias e Soraya Thronicke

Brasília|Yumi Kuwano, do R7, em Brasília

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • Alfredo Gaspar, relator da CPMI do INSS, acionou a Polícia Federal, o STF e a PGR após ser acusado de estupro por Soraya Thronicke e Lindbergh Farias.
  • Gaspar apresentou queixa-crime por calúnia no STF e pediu apuração urgente das denúncias.
  • Ele deseja a suspensão e cassação dos mandatos dos parlamentares acusadores, com apoio dos partidos Novo e PL.
  • O deputado se defendeu publicamente, afirmando que a acusação envolve um parente com o mesmo nome.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

Gaspar quer cassação do mandato de congressistas: caso exposto envolveria um parente homônimo Bruno Spada/Câmara dos Deputados - Arquivo

O deputado federal Alfredo Gaspar (PL-AL), relator da CPMI do INSS, afirmou que acionou a Polícia Federal, o STF (Supremo Tribunal Federal) e a PGR (Procuradoria-Geral da República) contra a senadora Soraya Thronicke (Podemos-MS) e o deputado Lindbergh Farias (PT-PB) após ser acusado de estupro pelos parlamentares.

“Hoje estive no Supremo Tribunal Federal, apresentei uma queixa-crime por calúnia contra esses dois parlamentares, autores de atos criminosos, abjetos, vis, por crime contra honra. Fiz uma notícia-crime no próprio STF solicitando uma apuração urgente por coação no curso do processo e por denunciação caluniosa”, declarou o deputado a jornalistas.


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Gaspar ainda informou que entrou com uma representação criminal pelos mesmos crimes na PGR e conversou por telefone com o diretor-geral da PF, Andrei Rodrigues, colocando-se à disposição para esclarecimentos e exames de DNA, caso necessário.

O deputado quer a suspensão e cassação de mandato de Soraya e Lindbergh. Os partidos Novo e PL também já entraram com pedidos contra os dois.


Na última sexta-feira (27), os dois parlamentares foram a público para falar de um caso que teria ocorrido anos atrás, envolvendo o relator da CPMI do INSS, enquanto ele lia o seu relatório final — que foi rejeitado pela maioria.

Gaspar usou o espaço na comissão para se defender e negar a acusação, explicando que o fato mencionado envolve um parente que também se chama Alfredo.

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