Revezamento de familiares e remédios para dor: veja como é o pós-operatório de Bolsonaro
Bolsonaro está internado no hospital DF Star, em Brasília, desde quarta-feira (24)
Brasília|Rafaela Soares, do R7, em Brasília
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O ex-presidente Jair Bolsonaro passou por um procedimento cirúrgico, na quinta-feira (25), para tratar uma hérnia inguinal bilateral, na região da virilha. Após a cirurgia, familiares têm se revezado no acompanhamento durante o período de recuperação.
O filho do ex-presidente Carlos Bolsonaro compartilhou detalhes da rotina no pós-operatório.
Segundo ele, familiares, incluindo a ex-primeira-dama, Michelle Bolsonaro, estão monitorando o estado de saúde de Bolsonaro, especialmente o quadro de apneia do sono.
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De acordo com Carlos, Bolsonaro apresenta mais de 90 episódios de apneia por hora, conforme relatório médico já elaborado anteriormente.
Ainda segundo a postagem, o quadro pode agravar o estado clínico e levar a situações mais graves do que as já enfrentadas.
Carlos Bolsonaro também informou que o ex-presidente está fazendo uso de medicamentos para controle da dor.
Entenda
A cirurgia que Bolsonaro passou é considerada comum e foi realizada com anestesia geral. O procedimento visa reposicionar a hérnia para dentro do corpo e reforçar a região enfraquecida com sutura e a colocação de uma tela, segundo o cirurgião responsável, Cláudio Birolini.
“É um procedimento convencional, realizado com um corte em cada lado da virilha. A hérnia é identificada e empurrada para dentro.
Em seguida, é feito um reforço com sutura da área fraca e a colocação de uma tela de material plástico”, explicou o médico.
Segundo laudo da Polícia Federal, a mortalidade pós-operatória é considerada baixa.
No entanto, o documento ressalta que a decisão entre tratamento cirúrgico ou conservador deve levar em conta a relação risco-benefício, considerando fatores como idade, comorbidades e a vontade do paciente.
Crise de soluço e quadro emocional
O cirurgião de Bolsonaro destacou que o procedimento foi voltado exclusivamente para o tratamento da hérnia e não tem relação direta com os episódios recorrentes de soluço.
Ainda assim, há a possibilidade de que um tratamento para conter a crise seja avaliado pela equipe médica na próxima semana.
Outro médico que acompanha o ex-presidente afirmou que, no primeiro dia de internação, Bolsonaro apresentava sinais de abatimento emocional e ansiedade, fatores que também podem influenciar a persistência dos soluços.
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