Sem Motta, Alcolumbre e repleta de apoiadores: veja detalhes da cerimônia para isenção do IR
Evento no Planalto contou com baixa representação do Congresso, que tem presidências ‘rompidas’ com o governo
Brasília|Do R7
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A ausência dos presidentes da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), e do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), marcaram a cerimônia para sancionar o projeto de isenção do IR (Imposto de Renda) a quem recebe até R$ 5.000, nesta quarta-feira (26).
Os dois presidentes foram convidados, mas optaram por não participar, conforme antecipou o R7. Nos bastidores, a ausência é atribuída a uma má fase na relação entre o Planalto e o Congresso.
A maioria dos parlamentares presentes no evento fazem parte da base governista. Além de apoiadores e representantes de movimentos sociais.
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Representantes do governo utilizaram o evento para fazer acenos aos dois representantes. Durante discurso, a ministra das Relações Institucionais, Gleisi Hoffmann, amenizou as faltas.
“A ausência dos presidentes [Motta e Alcolumbre] em nada ofusca a importante condução e apoio que tiveram a essa matéria”, disse.
O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, também os citou durante o discurso. “Queria cumprimentar o presidente Motta e Alcolumbre, agradecer muito em nome dos dois”, afirmou. Haddad ainda destacou que a aprovação foi possível pela condução dos dois presidentes.
“Nós não teríamos chegado aqui sem que essa agenda fosse enfrentada. E não é fácil enfrentar essa minoria [com mais recursos]”, pontuou Haddad.
Má relação entre Planalto e Congresso
Nomes ligados a Motta e Alcolumbre confirmam desgaste na relação entre os parlamentares e nomes ligados ao governo Lula. Ambos romperam relações com líderes partidários aliados ao Planalto.
Alcolumbre está sem falar com o líder do governo no Senado, Jaques Wagner (PT-BA), depois de Lula escolher Jorge Messias para o STF (Supremo Tribunal Federal).
O petista indicou o advogado-geral da União para ocupar a cadeira deixada por Luís Roberto Barroso e confirmou o nome sem avisar o presidente do Senado antecipadamente, ignorando o nome do senador Rodrigo Pacheco (PSD-MG), que tinha o apoio de Alcolumbre.
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