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Sem prorrogação da CPMI do INSS, vítimas não terão resposta, diz Mendonça em julgamento no STF

O plenário físico do STF  julga nesta quinta-feira (26) se mantém ou derruba a decisão do ministro

Brasília|Gabriela Coelho, do R7, em BrasíliaOpens in new window

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A ordem de Mendonça para o Congresso Nacional estender o prazo de duração na CPMI foi tomada na última segunda-feira (23) Rosinei Coutinho/STF - Arquivo

O ministro do Supremo Tribunal Federal André Mendonça afirmou nesta quinta-feira (26) que se não prorrogar a CPMI do INSS, vítimas não terão resposta em um caso que envolve roubo de bilhões de reais


“Roubo dos mais vulneráveis da nossa sociedade, órfãos com suas mães, avós que cuidam dos seus filhos e dos seus netos não vão ter a resposta, ao menos do Congresso Nacional, no âmbito da responsabilidade política que as minorias pleiteiem o direito de ver reconhecido”, diz.

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O plenário físico do STF julga nesta quinta-feira (26) se mantém ou derruba a decisão do ministro André Mendonça sobre a prorrogação da CPMI do INSS por até 120 dias.


O envio do caso ao plenário físico pelo presidente do STF, Edson Fachin, aumentou a pressão sobre a corte.

Os ministros terão de se posicionar publicamente se podem assegurar a prorrogação da CPMI do INSS sem ultrapassar os limites de atuação do Judiciário sobre o Legislativo. Ao mesmo tempo, vão responder à sociedade se apoiam ou não as investigações sobre o caso.


A ordem de Mendonça para o Congresso Nacional estender o prazo de duração na CPMI foi tomada na última segunda-feira (23). Ele deu 48 horas para o presidente do Congresso, Davi Alcolumbre (União-AP), ler o requerimento de prorrogação, sob pena de prolongamento automático para evitar o encerramento da comissão.

Alcolumbre ainda não cumpriu a decisão. Nessa quarta-feira (25), integrantes da CPMI pediram a Mendonça para explicar a partir de qual momento o prazo de 48 horas passou a contar.

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