Conheça a Colmeia, prisão onde Carla Zambelli deve ficar após Justiça da Itália autorizar extradição
Presídio feminino a 35 km de Brasília é apontado pelo STF como destino de Zambelli em caso de extradição
Brasília|Mariana Saraiva, do R7, em Brasília
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A Penitenciária Feminina do Distrito Federal, conhecida como Colmeia, no Gama, deve ser o destino da deputada Carla Zambelli (PL-SP) caso seja extraditada da Itália para o Brasil. A definição do local foi informada pelo ministro Alexandre de Moraes ao Ministério da Justiça, em documento que será encaminhado às autoridades italianas no processo de extradição.
Localizada a cerca de 35 quilômetros do centro de Brasília, a Colmeia é a principal unidade prisional feminina do Distrito Federal. A indicação do presídio levou em conta o fato de Zambelli possuir residência na capital federal, conforme informações prestadas pela VEP (Vara de Execuções Penais).
Com capacidade para 1.062 internas, a unidade abriga atualmente 809 detentas em diferentes regimes: fechado, semiaberto e provisório. O espaço é dividido em blocos específicos para cada tipo de custódia, incluindo alas destinadas a presas provisórias, ao regime semiaberto sem saídas e ao regime fechado. Há ainda um bloco voltado às custodiadas com benefícios externos, como trabalho fora da unidade e saídas temporárias.

A estrutura da Colmeia também inclui oficinas de trabalho e salas de aula voltadas à alfabetização e ao ensino fundamental e médio, além de biblioteca. O presídio conta com alas específicas para gestantes e lactantes, estas podem permanecer com seus bebês ao menos até os seis meses de idade.
Na área de saúde, a unidade oferece atendimento ginecológico, clínico geral, psiquiátrico, psicológico e odontológico, além de assistência pediátrica. O complexo também abriga uma Ala de Tratamento Psiquiátrico (ATP), destinada a homens e mulheres submetidos a medidas de segurança.
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Condenação
A deputada Carla Zambelli foi condenada pelo STF a 10 anos de prisão pela invasão aos sistemas do Conselho Nacional de Justiça. Desde julho, ela está presa em Roma, onde aguarda a conclusão do processo de extradição.
Na última sexta-feira (12), a Primeira Turma do Supremo decidiu, por unanimidade, pela perda imediata do mandato parlamentar
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