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Senador seria ‘sócio oculto’ e líder político que propiciou enriquecimento do ‘Careca do INSS’

Polícia Federal pediu prisão do senador Weverton Rocha, mas o pedido foi negado pelo ministro do STF André Mendonça

Brasília|Thays Martins, do R7, em Brasília

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • O senador Weverton Rocha é acusado pela Polícia Federal de ser o "sócio oculto" de Antônio Carlos, conhecido como "Careca do INSS".
  • A investigação revela que Weverton teria facilitado o enriquecimento de Antunes e recebido valores de fraudes através de assessores.
  • A Polícia Federal pediu a prisão preventiva do senador, mas o ministro André Mendonça negou, citando falta de provas diretas de envolvimento nos crimes.
  • Weverton expressou surpresa com as buscas em sua casa e se colocou à disposição para esclarecer dúvidas.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

Senador Weverton Rocha (PDT-MA) foi alvo de busca e apreensão Lula Marques/Agência Brasil – 21.08.2024

O senador Weverton Rocha (PDT-MA) é descrito pela Polícia Federal como “liderança e sustentáculo” da organização criminosa comandada por Antônio Carlos Camilo Antunes, o “Careca do INSS”, na investigação que apura descontos ilegais em aposentadorias e pensões da instituição. Segundo a PF, o senador teria atuado como “sócio oculto” de Antônio Carlos e “viabilizado” o enriquecimento dele.

As informações constam no documento que autorizou a operação desta quinta-feira (18), na qual o senador foi alvo de busca e apreensão.


Na investigação, a PF indica a existência de uma planilha chamada “GRUPO SENADOR WEVERTON” encontrada com os investigados e uma foto do senador a caminho do avião do ‘Careca do INSS’. Ainda segundo a investigação, o senador recebia os valores das fraudes por meio de assessores parlamentares.

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A PF chegou a pedir a prisão preventiva do parlamentar. O pedido, no entanto, foi negado pelo ministro André Mendonça, do STF (Supremo Tribunal Federal), após recomendação do MPF (Ministério Público Federal).


Weverton Rocha foi alvo de busca e apreensão nesta quinta-feira (18). No documento que autorizou a operação, o ministro André Mendonça cita que há “fortes indícios” do envolvimento do senador em relação à prática dos ilícitos envolvendo descontos em benefícios previdenciários pagos pelo INSS.

No entanto, ele concorda com o MPF, que sustenta que as evidências não demonstraram vínculo direto entre o parlamentar e a execução dos crimes, nem recebimento de valores. Mendonça também argumenta que a prisão de um parlamentar “acarreta efeitos drásticos em uma república”.


Mais cedo, por meio de nota, o senador afirmou que recebeu “com surpresa” as buscas em sua casa. Porém, “com serenidade se coloca à disposição para esclarecer quaisquer dúvidas assim que tiver acesso integral à decisão.”

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