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STF mantém ordem de prisão a integrante do PCC acusado de planejar sequestro e morte de Moro

Pedido foi feito por advogados de Sidney Piovesan em ação que o acusa de participação na tentativa de matar cinco policiais em 2014

Brasília|Bruna Lima, do R7, em Brasília

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El Sid teve ordem de prisão preventiva mantida
El Sid teve ordem de prisão preventiva mantida Reprodução/Record TV

O STF (Supremo Tribunal Federal) negou o relaxamento da prisão preventiva de Sidney Piovesan, membro do PCC acusado de planejar o sequestro e morte do ex-juiz e senador Sergio Moro (União-PR). O pedido foi feito pela defesa de Piovesan e é relativo a outro crime pelo qual responde: o de participação na tentativa de matar cinco policiais, em 2014. A decisão da ministra Cármen Lúcia reitera o posicionamento da ministra Daniela Teixeira, do STJ (Superior Tribunal de Justiça), que também manteve a ordem de prisão. 

Na decisão, Cármen Lúcia sustenta que não há ilegalidade na prisão preventiva. Ela reitera que a ordem que tem como base "elementos concretos aptos a revelar a especial gravidade da conduta, considerando-se a necessidade de resguardar tanto a ordem pública quanto à instrução criminal, seja pelo demonstrado risco de ocultação ou destruição de provas, seja pelo destacado papel da paciente na organização criminosa, além do fundado risco de reiteração delitiva". 

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El Sid, como é conhecido o réu, está foragido. Ele deixou a cadeia após obter progressão de regime em agosto de 2022, por outro crime em um processo de tráfico de drogas. Antes de ser liberado, uma nova prisão preventiva relativa à tentativa de homicídio dos policiais foi decretada, mas a informação chegou à penitenciária após ser solto. 

O homem possui outra ordem de prisão, em relação ao caso contra Moro. Ele é apontado como financiador e chefe da célula do PCC que pretendia colocar o plano em prática. A operação da Polícia Federal que investigou o caso foi chamada de Sequaz, que se refere ao ato de seguir, vigiar, acompanhar alguém. Esse nome foi dado devido ao método utilizado pelos criminosos para fazer o levantamento de informações das possíveis vítimas.

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