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STF determina que defesa de Bolsonaro encaminhe laudos médicos a peritos da PF

Após análise dos documentos, Alexandre de Moraes decidirá se autoriza cirurgia; advogados alegam necessidade urgente de intervenção

Brasília|Mariana Saraiva, do R7, em Brasília

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • STF marca perícia médica de Jair Bolsonaro para o dia 17 de dezembro.
  • Defesa alegou novas intercorrências de saúde e necessidade de cirurgia imediata.
  • Ministro Alexandre de Moraes determinou a análise dos exames já apresentados.
  • Durante exame anterior, não foi constatada necessidade de intervenção cirúrgica urgente.

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Além de informar sobre problemas de saúde, defesa de Bolsonaro pede prisão domiciliar humanitária Sociedade Online

O ministro do STF (Supremo Tribunal Federal) Alexandre de Moraes determinou nesta segunda-feira (15) que a defesa do ex-presidente Jair Bolsonaro encaminhe cópias de exames e laudos médicos já anexados ao processo para análise dos peritos responsáveis pela perícia médica oficial — marcada para 17 de dezembro — no Instituto Nacional de Criminalística, em Brasília.

Após a realização da perícia e a inclusão do laudo pericial nos autos, o processo deverá ser imediatamente encaminhado para nova conclusão do relator.


A solicitação de avaliação médica ocorreu após a defesa informar ao STF que Bolsonaro teria apresentado novas intercorrências de saúde, alegando a necessidade de intervenção cirúrgica imediata. Diante disso, os advogados pediram autorização para a realização de exames médicos, incluindo ultrassonografia das regiões inguinais. A defesa também requereu novamente a prisão domiciliar humanitária.

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Ao analisar o pedido, Moraes determinou a realização de perícia médica oficial, a fim de verificar se há, de fato, necessidade de cirurgia urgente. O ministro destacou que, no exame médico realizado durante o cumprimento do mandado de prisão, não foi constatada indicação de intervenção cirúrgica imediata.


Segundo o despacho, os exames apresentados pela defesa não são recentes e, à época em que foram realizados, não apontavam urgência médica, razão pela qual a avaliação por peritos oficiais foi considerada necessária.

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