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STF nega pedido de liberdade para advogado que atropelou servidora no Lago Sul

Decisão foi assinada pelo ministro Alexandre de Morais; Milhomem deve cumprir a pena de 11 anos em regime inicial fechado

Brasília|Laísa Lopes e Gabriela Coelho, do R7, em Brasília

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Tatiana Matsunaga foi atropelada na porta de casa
Tatiana Matsunaga foi atropelada na porta de casa

O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes negou um pedido de liberdade ao advogado Paulo Ricardo Moraes Milhomem, condenado pelo Tribunal do Júri de Brasília, em 26 de julho, a uma pena de 11 anos de reclusão, em regime inicial fechado, pelo crime de tentativa de homicídio qualificado. No habeas corpus, a defesa pede "que se ordene a revogação da prisão preventiva, evitando-se a indevida execução ‘provisória’ da pena de réu cuja culpa pode ser questionada mediante recursos".

Em agosto de 2021, em uma briga de trânsito, Milhomen atropelou a servidora pública Tatiana Thelecildes Fernandes Matsunaga em frente à casa em que ela vive, no Lago Sul, no Distrito Federal, e em seguida passou com o automóvel por cima dela. Toda a cena aconteceu em frente ao filho de Tatiana, que, na época, tinha 8 anos.


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A vítima sofreu múltiplas lesões em um quadril e um tornozelo, além de traumatismo craniano, o que a deixou internada na unidade de terapia intensiva (UTI) por dois meses. No total, a recuperação física, motora e mental da servidora público levou mais de um ano.

Em julho, a Seccional do Distrito Federal da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB-DF) declarou a inidoneidade do advogado Paulo Ricardo Moraes Milhomem. Ele, contudo, ainda aparece com "situação regular" no Cadastro Nacional de Advogados.

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