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STF tem maioria para manter penas de condenados do núcleo 3 da trama golpista

Alexandre de Moraes, relator, e os ministros Cristiano Zanin e Flávio Dino votaram para manter as condenações dos réus

Brasília|Da Agência Brasil

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • A Primeira Turma do STF formou maioria para manter a condenação de sete réus do Núcleo 3 da trama golpista.
  • Os votos favoráveis vieram do relator Alexandre de Moraes e dos ministros Cristiano Zanin e Flávio Dino.
  • Os réus são acusados de crimes como organização criminosa armada e tentativa de abolição violenta do Estado Democrático de Direito.
  • O grupo planejou ações táticas para efetivar um golpe de Estado e atacar autoridades como Alexandre de Moraes e Luiz Inácio Lula da Silva.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

Alexandre de Moraes
Moraes é o relator das investigações sobre a trama golpista Gustavo Moreno/STF - 24.09.2025

A Primeira Turma do STF (Supremo Tribunal Federal) formou maioria de votos, nesta segunda-feira (23), para manter a condenação de sete réus do Núcleo 3 da trama golpista ocorrida durante o governo do ex-presidente Jair Bolsonaro.

O colegiado realiza o julgamento dos recursos protocolados pela defesa dos condenados. O julgamento virtual começou na sexta-feira (13) e será finalizado nesta terça-feira (24).


No núcleo, há militares que faziam parte do grupamento de forças especiais do Exército, identificados como “kids pretos”.

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Até o momento, Alexandre de Moraes, relator, e os ministros Cristiano Zanin e Flávio Dino votaram para manter as condenações, que foram definidas em novembro do ano passado. Falta o voto de Cármen Lúcia.


As condenações ocorreram pelos crimes de organização criminosa armada, tentativa de abolição violenta do Estado Democrático de Direito, golpe de Estado, dano qualificado pela violência e grave ameaça e deterioração de patrimônio tombado.

Os réus foram acusados pela PGR (Procuradoria-Geral da República) de planejar ações táticas para efetivar o plano golpista e tentar sequestrar e matar o ministro Alexandre de Moraes, o vice-presidente, Geraldo Alckmin, e o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, em 2022. O grupo também disseminou notícias falsas sobre as eleições, fez pressão junto ao alto comando das Forças Armadas para aderirem ao golpe.

Confira as penas dos réus

  • Hélio Ferreira Lima - tenente-coronel: 24 anos de prisão; 
  • Rafael Martins de Oliveira - tenente-coronel: 21 anos de prisão; 
  • Rodrigo Bezerra de Azevedo - tenente-coronel: 21 anos de prisão; 
  • Wladimir Matos Soares - policial federal: 21 anos de prisão; 
  • Sérgio Ricardo Cavaliere de Medeiros - tenente-coronel: 17 anos de prisão; 
  • Bernardo Romão Correa Netto - coronel: 17 anos de prisão; 
  • Fabrício Moreira de Bastos - coronel: 16 anos de prisão.
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