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‘Tem gente que muda até o nome do Minha Casa, Minha Vida’, diz Lula sobre período eleitoral

Presidente chamou de ‘cara de pau’ quem não credita as conquistas e programas de iniciativa do governo federal

Brasília|Do R7

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • Luiz Inácio Lula da Silva discursou sobre polarização política durante evento do Contran.
  • O presidente destacou que a polarização não deve estimular o ódio entre adversários.
  • Lula criticou aqueles que não reconhecem as conquistas do seu governo, chamando-os de "cara de pau".
  • Ele mencionou a mudança de nome do programa Minha Casa, Minha Vida como um exemplo de desonestidade política.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

Durante discurso que oficializou a resolução do Contran (Conselho Nacional de Trânsito) para retirada da exigência de autoescola para CNH (Carteira Nacional de Habilitação), nesta terça-feira (9), o presidente Luiz Inácio Lula da Silva comentou a polarização política no país e o comportamento de políticos em período eleitoral.

“O problema é que você pode polarizar politicamente sem estimular o ódio. Eu posso ser adversário do Sidônio [Palmeira], mas eu posso continuar sendo amigo do Sidônio, respeitando ele, como eu fui adversário do [Geraldo] Alckmin, ele foi meu adversário e hoje ele é meu vice. Isso é política. O resto não é política”, afirmou o petista.


Ao exaltar os feitos de seu mandato, Lula chamou de ‘cara de pau’ quem não credita as conquistas e programas de iniciativa do governo federal: “Tem gente que muda até o nome do Minha Casa, Minha Vida. [...] Esse tipo de coisa nós vamos agora começar a esclarecer para as pessoas saberem quem é quem na história.”

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Ainda durante discurso, Lula disse que a decisão que extingue a obrigatoriedade da autoescola é um direito para ‘mais humildes serem cidadãos de primeira categoria’.


Ao lembrar que o PT (Partido dos Trabalhadores) tem poucos representantes no Congresso e no Senado, Lula exaltou o poder do diálogo com outras lideranças e afirmou que conseguiu aprovar 99% das propostas do governo.

“Teoricamente, eu tenho um Congresso totalmente adverso. O meu partido só elegeu 69 deputados, o Congresso tem 513 deputados. Para votar qualquer coisa, eu preciso de, no mínimo, 247. No Senado, nós temos nove de 81, para votar qualquer coisa eu preciso de 41 no mínimo. Então, meu caro, não tem outro resultado: é fazer política”, destacou Lula.

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