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‘Uma mentira repetida mil vezes tem o poder de influir os resultados eleitorais’, afirma Lula

Presidente fala, nesta segunda (2), sobre os desafios das eleições 2026 em abertura do ano judiciário

Brasília|Do R7, com RECORD NEWS

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • Luiz Inácio Lula da Silva destaca desafios das eleições 2026 devido a fake news e inteligência artificial.
  • Ele afirma que mentiras repetidas podem influenciar resultados eleitorais.
  • No discurso de abertura do ano judiciário, Lula elogia o TSE como pilar da soberania do voto.
  • Destaca a importância da Justiça Eleitoral na proteção da legitimidade do processo eleitoral.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou que as eleições 2026 impõem grandes desafios à Justiça Eleitoral devido às fake news e ao uso inteligência artificial. “Democracias ao redor do mundo enfrentam frequentes tentativas de manipulação da opinião pública com o uso de novas tecnologias. E uma mentira repetida mil vezes tem o poder de influir os resultados eleitorais”, disse o petista.

Durante discurso na abertura do ano judiciário no STF (Supremo Tribunal Federal), nesta segunda-feira (2), Lula ressaltou que “o TSE (Tribunal Superior Eleitoral) tem sido um pilar fundamental da proteção à soberania do voto e da legitimidade do processo eleitoral”.


Presidente afirmou que responsáveis por qualquer tentativa de ruptura democrática serão punidos Reprodução/Record News - 02.02.2026

O presidente defendeu, ainda durante sua fala, que este é um “desafio que precisa ser compartilhado entre governos, instituições públicas, plataformas digitais e meios de comunicação, cada qual com a sua parcela de responsabilidade na construção de um ambiente digital ético plural e comprometido com os direitos fundamentais.”

Antes do chefe de Estado brasileiro, o ministro Edson Fachin, presidente do STF (Supremo Tribunal Federal), ressaltou que a Corte, assim como o Poder Judiciário, permaneceram atuantes durante o período de recesso, ainda que em regime de plantão.


“Abrimos o ano judiciário de 2026 com plena consciência de que momentos de adversidades exigem mais do que discursos, pedem responsabilidade institucional, clareza de limites e fidelidade absoluta à Constituição da República. E conferem respeito à liberdade de expressão e de imprensa, que não são concessões, uma vez que estruturam o debate público e oxigenam a democracia. A crítica republicana não é mesmo ameaça à democracia”, disse Fachin.

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