Brasília Verão de 2024 terá 26,5 mil voos após parceria entre governo e empresas aéreas

Verão de 2024 terá 26,5 mil voos após parceria entre governo e empresas aéreas

Iniciativa foi lançada enquanto programa para baratear passagens, projetado para o ano passado, ainda não foi anunciado

  • Brasília | Plínio Aguiar, do R7, em Brasília

Parceria levou a aumento de voos no verão

Parceria levou a aumento de voos no verão

Inframerica/Divulgação

O Ministério do Turismo fez uma parceria com a iniciativa privada do setor aéreo para aumentar a quantidade de voos durante o verão, a alta temporada no Brasil. Neste mês de janeiro, as três principais empresas do país vão ofertar 26,5 mil voos para diferentes destinos nacionais e internacionais.

A iniciativa faz parte do programa 'Conheça o Brasil: Voando' e tem o objetivo de aumentar a conectividade na época mais quente do ano e de maior movimento nos destinos brasileiros. A medida foi lançada enquanto o projeto de baratear os valores das passagens, prometido para o ano passado, ainda não foi anunciado pelo governo.

De acordo com o Ministério do Turismo, a empresa Latam organizou 3 mil voos extras em janeiro. Os destaques são para a Bahia (562), Santa Catarina (538), Brasília (532), Ceará (240) e Pernambuco (234). A Azul vai realizar 2,7 mil voos até o início de fevereiro, sendo 52% das viagens no Nordeste (1.419). Os destaques são para as conexões de Campinas a Fortaleza (174), de Recife a João Pessoa (172) e de Campinas para Maceió (112).

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O ministério informou que a Gol vai operar 20,8 mil voos em janeiro, um aumento de 11% na comparação com outubro do ano passado - período anterior à temporada. As principais conexões serão entre São Paulo e as cidades de Salvador, Recife, Maceió e Ilhéus, bem como viagens entre Buenos Aires, na Argentina, e Florianópolis e também de Brasília a Miami, nos Estados Unidos.

Voa, Brasil

O lançamento do programa Voa Brasil, que vai vender passagens aéreas por R$ 200 a pessoas de baixa e média renda, foi adiado mais uma vez pelo governo. A iniciativa anunciada no início de março pelo então ministro de Portos e Aeroportos, Márcio França, estava prevista para começar em agosto, mas foi postergada para setembro, depois para dezembro e, agora, "está próximo, mas sem data definida", diz o governo.

Silvio Costa Filho, que assumiu a pasta no lugar de França em 13 de setembro, disse, na ocasião, que o projeto passaria por ajustes. O programa tem como objetivos incentivar o turismo nacional e o desenvolvimento regional e promover a inclusão social. A ideia é tornar as viagens de avião acessíveis a um maior número de brasileiros e impulsionar o deslocamento dentro do país, principalmente para localidades menos atendidas por esse tipo de transporte.

Por meio do programa, o governo vai estabelecer parcerias com companhias aéreas e ficará responsável pelo gerenciamento das passagens não vendidas em voos domésticos, principalmente em períodos de baixa demanda, fora da alta temporada. A primeira fase será voltada à participação de aposentados e pensionistas do INSS (Instituto Nacional do Seguro Social), estudantes que utilizam o Fies (Fundo de Financiamento ao Estudante do Ensino Superior) e servidores públicos.

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