Brasília Vídeo: carro roubado em sequestro é usado para crimes no DF

Vídeo: carro roubado em sequestro é usado para crimes no DF

Imagens de segurança foram obtidas após reportagem do Balanço Geral; vítima continua procurando por carro roubado

  • Brasília | Karla Beatryz*, do R7, em Brasília

A mulher que foi sequestrada com a sobrinha no Paranoá (DF) no último dia 31 identificou o veículo roubado sendo usado para assaltos na Asa Sul (DF). Uma gravação de uma câmera de segurança mostra o homem saindo do carro em uma quadra da W3 Sul momentos antes de tentar assaltar uma mulher. As imagens foram divulgadas pela vítima da tentativa de roubo após asssistir a uma reportagem do Balanço Geral.

O crime foi realizado no mesmo dia do sequestro, por volta de 16h. A mulher que foi vítima do homem e realizou a denúncia ao 190 forneceu a gravação de segurança após a divulgação das imagens do veículo pelo Balanço Geral.

Suspeito de roubar veículo após sequestrar tia e sobrinha no Paranoá

Suspeito de roubar veículo após sequestrar tia e sobrinha no Paranoá

Arquivo Pessoal

Entenda o caso

Tia e sobrinha foram sequestradas após saírem de uma farmácia no Paranoá, no último dia 31. O criminoso estava portando uma faca quando invadiu o carro da vítima. O homem ficou no banco de trás, onde estava a criança, realizando ameaças caso a motorista reagisse.

De acordo com a vítima, ela e a sobrinha ficaram cerca de 40 minutos no carro com o homem, dirigindo pelo Paranoá, quando em determinado momento ele mandou que elas saíssem do veículo e foi embora com o carro. 

O assaltante, que ainda não foi localizado, usa o carro sem placa para evitar a identificação. A vítima tenta agora localizar o veículo. A proprietária havia comprado o carro recentemente e começado a pagar o financiamento do veículo.

As imagens foram divulgadas pela Polícia Civil nesta segunda-feira (10), para auxiliar na identificação do assaltante e do veículo roubado. O caso está sendo investigado pela 6° Delegacia de Polícia (Paranoá).

*Estagiária sob supervisão de Fausto Carneiro.

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