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'A gente está sempre de prontidão', diz motorista que atua no transporte de órgãos

Fernanda Ferrarezi detalha a rotina com o transplante de órgãos que são doados para transplante: 'Não tem dia e não tem hora'

Brasília|Do R7

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A motorista Fernanda Ferrarezi, 47, detalha como é trabalhar com o transporte de órgãos. "A gente está sempre de prontidão. O celular está comigo direto. Vou dormir, e ele fica embaixo do travesseiro, porque, na verdade, não tem dia e não tem hora. Pode ser 1 hora da manhã, 3 horas da manhã, meio-dia. A gente está sempre disponível."

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