Votação que aprovou quebra de sigilo fiscal de Lulinha foi válida, diz presidente da CPMI do INSS
Senador Carlos Viana afirma esperar que Davi Alcolumbre ‘ouça os dois lados’; confusão entre parlamentares interrompeu a sessão
Brasília|Yumi Kuwano, do R7, em Brasília
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O presidente da CPMI do INSS, Carlos Viana (Podemos-MG), afirmou que está com a “consciência tranquila” em relação à votação do requerimento para a quebra de sigilo bancário e fiscal de Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, filho do presidente da República.
A reunião foi interrompida devido a uma confusão entre parlamentares, que divergiram sobre a validade da votação — um grupo acredita que houve manipulação do resultado.
“Nós entendemos que está correta a votação. Nós podemos recorrer, mas eu não acredito [que será necessário], porque, na hora em que a mesa diretora verificar todos os dados, as notas são muito claras em relação ao procedimento, eu tenho confiança de que vão ser mantidas”, disse Viana, referindo-se a uma eventual reversão do resultado.
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O presidente da comissão afirmou esperar que Davi Alcolumbre (União-AP) ouça os “dois lados” e declarou aguardar um posicionamento do presidente do Congresso sobre a prorrogação da CPMI.
“Eu e Davi temos um ótimo relacionamento, mas naturalmente uma conversa necessária para que a gente possa esclarecer os fatos aqui. O que aconteceu hoje pela manhã é um exemplo muito certo de que, na política, você pode usar o regimento a seu favor, mas ele também pode se voltar contra”, comentou.
O que aconteceu
Na manhã desta quinta-feira (26), foram votados quase 90 requerimentos. Um deles era para a quebra de sigilo bancário e fiscal do filho do presidente Lula, Fabio Luis Lula da Silva, conhecido como Lulinha.
A votação foi conduzida de forma simbólica e Viana pediu que apenas os parlamentares contrários ficassem em pé. No entanto, os governistas contestam o resultado, alegando que a maioria era contrária à aprovação.
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