Fusion híbrido reestilizado chega ao Brasil por R$ 159.500; sedã une requinte, muita eletrônica e consumo baixíssimo
Equipado com motor elétrico e a gasolina, faz até 16,8 km/l na cidade e 18,3 km/l na estrada
Carros|Do R7

A Ford lançou nesta semana o Fusion Híbrido 2017, versão ecológica do sedã médio-grande importado do México.O modelo recebeu atualizações no design e novas tecnologias, que o deixaram bem mais sofisticado.
Seu destaque, porém, é a mecânica que combina motores elétrico e a gasolina, que se alternam de acordo com a velocidade do carro. Sua autonomia impressiona, atingindo médias de consumo de 16,8 km/l na cidade e 18,3 km/l na estrada. O 2.0 a gasolina rende 143cv de potência e 17,8 kgfm de torque, enquanto o elétrico despeja 120 cv e 18 kgfm.
A transmissão automática é do tipo continuamente variável (e-CVT), sendo incumbida de gerenciar os dois motores, que juntos atingem potência de até 190 cv.
Com este conjunto, o Fusion Hybrid é o mais potente de sua categoria e traz equipamentos que não estão disponíveis nem em concorrentes de marcas premium. O preço parte dos R$ 159.500, R$ 10 mil a mais que a linha 2016, vendida a R$ 149.900. O Toyota Prius, seu principal concorrente, tem menos cavalos, mas alcança 18,9 km/l na cidade, e tem preço razoavelmente menor: R$ 126.600. Contudo, não traz o requinte do sedã mexicano, que chega como o híbrido de maior status no Brasil.
Veja a galeria completa do Fusion
O sedã da Ford desembarca nas concessionárias apenas na versão mais completa, a Titanium, com lista de equipamentos bem recheada. Tem piloto automático adaptativo, alerta de colisão e assistente autônomo de frenagem, detecção de pedestres, estacionamento automático, alerta de ponto cego e permanência em faixa, sensor de fadiga, 8 airbags, cintos traseiros infláveis e rodas de 18 polegadas.
No quesito tecnologia, inclui faróis full led, sistema de conectividade SYNC 3, farol alto automático, sensor de chuva, ar-condicionado de duas zona, chave presencial com partida do motor remota e por botão, teto solar e câmbio E-Shifter, que ajuda a prevenir o desgaste prematuro dos componentes internos.
A tração no modelo híbrido é apenas dianteira, o que ajuda a garantir as médias excepcionais de consumo. Por sinal, o sedã ficou bem mais econômico: antes tinha médias de 13,6 km/l e 16,9 km/l.














