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Análise: campanhas de conscientização como ‘Maio Amarelo’ deveriam ser permanentes

Governo iniciou uma série de ações educativas pelo país que reforçam a responsabilidade coletiva para um trânsito mais seguro

Cidades|Do R7, com RECORD NEWS

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • Governo iniciou a campanha Maio Amarelo 2026, focando na responsabilidade coletiva por um trânsito seguro.
  • O tema da campanha é "no trânsito, enxergar o outro é salvar vidas".
  • Especialistas defendem que campanhas de conscientização devem ser permanentes em diversas instituições.
  • A importância da conscientização e fiscalização rigorosa é ressaltada para reduzir acidentes e melhorar a segurança no trânsito.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

O governo deu início à campanha Maio Amarelo 2026 nesta sexta-feira (1º), iniciativa que visa reforçar a responsabilidade coletiva para um trânsito mais seguro. Com o tema “no trânsito, enxergar o outro é salvar vidas”, o objetivo é conscientizar as pessoas de que a participação coletiva é importante para a diminuição dos acidentes.

O Maio Amarelo é uma criação da ONU (Organização das Nações Unidas). No Brasil, a campanha é coordenada pela Senatran (Secretaria Nacional de Trânsito), que fará ao longo do mês uma série de ações educativas pelo país.


Trânsito intenso em rodovia urbana, com muitos carros, ônibus e uma motocicleta em meio ao congestionamento
Maio Amarelo é uma criação da ONU (Organização das Nações Unidas) Reprodução/Record News

Em entrevista ao Conexão Record News, Marcus Quintella, diretor da FGV Transportes, ressalta a importância de campanhas como essa acontecerem de forma permanente, em ambientes variados, desde a escola até as empresas, universidades e associações, além de um maior destaque na mídia.

“A conscientização, ela não é instantânea, ela leva tempo. É uma questão de mentalidade. Então é uma questão que nós precisamos mudar, porque hoje nós temos um caso de saúde pública no país. O número de acidentes é absurdo, de motocicletas, de atropelamentos e também de carregar todo o Sistema Único de Saúde, fora a rede particular”, esclarece.


Para Quintella, é necessário também estar atento ao fator psicológico dos motoristas, além da questão técnica. “Nós temos leis, nós temos mecanismos para a punição, temos toda a parte eletrônica de fiscalização. Eu acho que falta realmente conscientização e o outro ponto fundamental, a fiscalização. A fiscalização presencial sem tolerância”, afirma o diretor.

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