Bandeira amarela: entenda por que Aneel vai manter acréscimo na conta de luz em setembro
Agência Nacional de Energia Elétrica anunciou que cobrança continuará neste mês. Valor é de R$ 1,88 para cada 100kWh
Cidades|Débora Sobreira*, do R7, em Brasília
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Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

A Aneel (Agência Nacional de Energia Elétrica) confirmou que a bandeira tarifária amarela continuará em vigor neste mês. Assim, será mantida a cobrança adicional de R$ 1,885 nas contas de luz, para cada 100 kWh (quilowatts-hora) consumidos.
A cobrança ocorre desde maio último e reflete as dificuldades para geração de energia no país, devido a condições diversas, o que demanda o uso de fontes geradoras com custos mais elevados.
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A cada mês, a Aneel informa aos consumidores o valor final referente ao uso da eletricidade.
Criadas em 2015 pela agência, essas bandeiras tarifárias servem como um indicador do custo da energia em função das condições de geração e, também, como um meio de prestar contas diante da flutuação de preços.
Há quatro os tipos atualmente, que variam de acordo com as condições de geração de energia no país:
- Verde (condições favoráveis para geração de energia; sem acréscimos nas contas de luz);
- Amarela (condições de geração menos favoráveis; acréscimo de R$ 1,885 para cada 100 kWh consumidos);
- Vermelha — Patamar 1 (condições de geração desfavoráveis; acréscimo de R$ 4,463 para cada 100 kWh consumidos);
- Vermelha — Patamar 2 (condições de geração desfavoráveis; acréscimo de R$ 7,877 para cada 100 kWh consumidos).
Além disso, as condições climáticas são diretamente responsáveis por esse cálculo, pois o volume de água presente nos reservatórios das hidrelétricas — a depender da quantidade de chuvas no período — é o que sugere um maior ou menor custo de geração de energia.
Quando há pouca precipitação, porém, é necessário acionar outras fontes, como as termelétricas, que dependem de petróleo ou carvão para funcionar — além de serem mais poluentes — e têm custo maior para geração.
Como forma de definir a bandeira a ser adotada no mês, a Aneel avalia as estimativas de custos e a necessidade de cobertura tarifária diante desses casos. Depois, repassa esses detalhes aos consumidores, por meio das contas de luz.
*Estagiária do R7, sob supervisão de Jéssica Eufrásio, editora de texto
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