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Assassino confesso de taxistas no Rio Grande do Sul é transferido de prisão

Rapaz vai ficar em uma penitenciária de alta segurança, na região metropolitana de Porto Alegre

Cidades|Do R7

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Rapaz, de 21 anos, confessou os assassinatos de seis taxistas e disse que queria o dinheiro para pagar o aluguel
Rapaz, de 21 anos, confessou os assassinatos de seis taxistas e disse que queria o dinheiro para pagar o aluguel

O jovem Luan Barcelos da Silva, 21 anos, que confessou ter assassinado seis taxistas, foi transferido da Penitenciária Estadual de Santana do Livramento, na fronteira com o Uruguai, para a Penitenciária de Alta Segurança de Charqueadas, na região metropolitana de Porto Alegre, na madrugada desta terça-feira (16). A polícia vai pedir a prorrogação da prisão temporária, que venceria nesta quinta-feira (18), por mais 30 dias.

Localizado no sábado no apartamento que alugava no bairro Santa Cecília, em Porto Alegre, Silva prestou depoimento à polícia da capital no mesmo dia. Depois foi levado para a cidade fronteiriça para novo depoimento, na tarde de segunda-feira (15). Nas duas vezes confirmou, com versões iguais, ter sido o autor dos crimes, alegando que queria levantar dinheiro para pagar um aluguel atrasado.

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Três crimes foram cometidos em Santana do Livramento, na madrugada de 28 de março e outros três em Porto Alegre, na madrugada de 30 de março. O assaltante tomava o táxi e quando chegava ao final da corrida matava o motorista com dois tiros de revólver calibre 22, sem anunciar o assalto. Depois de retirar dinheiro e celulares, deixava as vítimas no local e dirigia o automóvel, que abandonava em outra região das cidades.

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Na sequência, partia para nova ação, repetindo os métodos da anterior. Ao todo, recolheu R$ 870. A polícia desvendou o mistério rastreando os celulares e observando imagens de câmeras de segurança de algumas das ruas por onde o jovem passou, usando a mesma roupa, em horários próximos ao dos crimes.

Neto de um taxista, Luan não tinha antecedentes criminais. O jovem havia aprendido a atirar durante o serviço militar, do qual foi expulso, e durante os assassinatos dos seis motoristas carregava uma arma que estava guardando a pedido de um adolescente uruguaio.

O serial killer trabalhou como motoboy e corretor de imóveis informal. Desde o final do ano passado estava desempregado. Na semana seguinte aos crimes, fez testes como vendedor em uma escola de informática, demonstrando aptidão para a função. Foi preso antes de ser contratado.

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