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Cão Orelha: governador de SC detalha medidas tomadas pela Polícia Civil

‘Sociedade não aceita mais a crueldade’, diz Jorginho Mello sobre morte do animal

Cidades|Do Estadão Conteúdo

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • O governador de Santa Catarina, Jorginho Mello, detalhou as medidas da Polícia Civil sobre a morte do cão Orelha.
  • Orelha, um cão comunitário, foi agredido por um grupo de adolescentes em Florianópolis.
  • A investigação está sendo acompanhada pelo Ministério Público de Santa Catarina.
  • Medidas socioeducativas poderão ser aplicadas aos responsáveis, dependendo da análise do Ministério Público.

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Cão Orelha foi agredido por um grupo de adolescentes, segundo as investigações Reprodução/Redes Sociais

O governador de Santa Catarina, Jorginho Mello (PL), detalhou as medidas adotadas pela Polícia Civil do Estado no processo que apura a morte do cão comunitário Orelha, de cerca de 10 anos, agredido na Praia Brava, em Florianópolis.

De acordo com Jorginho Mello, desde que solicitou que a polícia apurasse o caso, “foram colhidas provas, ouvidas testemunhas e cumpridos todos os trâmites legais sem atropelos”.


O governador diz que “ainda bem que a sociedade não aceita mais a crueldade”.

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De acordo com as investigações, o cão Orelha teria sido agredido por um grupo de adolescentes. O caso é investigado pela Polícia Civil e acompanhado pelo Ministério Público de Santa Catarina, por meio da 10ª Promotoria de Justiça da Capital, da área da Infância e Juventude, e da 32ª Promotoria de Justiça da Capital, da área do Meio Ambiente.


A Polícia Civil cumpriu mandados de busca e apreensão na manhã de segunda-feira (26) em endereços dos investigados por maus-tratos e coação no processo.

Após a análise do material encaminhado pela Polícia Civil, o Ministério Público poderá requisitar diligências complementares, promover o arquivamento do procedimento, caso não sejam comprovadas autoria ou materialidade, conceder remissão, com ou sem aplicação de medida socioeducativa, ou propor ao Judiciário a instauração de procedimento para apuração de ato infracional.


As medidas socioeducativas previstas em lei incluem advertência, obrigação de reparar o dano, prestação de serviços à comunidade, liberdade assistida, semiliberdade e internação, esta última aplicada de forma excepcional e apenas nas hipóteses legais.

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