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Pai de Henry Borel recorre da decisão da Justiça de soltar Monique Medeiros

Leniel Borel atua como assistente de acusação no processo que apura a morte do filho

Rio de Janeiro|Do R7

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Pai de Henry Borel atua como assistente de acusação Reprodução: Instagram / @lenielborel

A assistência de acusação no processo que apura o caso do menino Henry Borel recorreu da decisão da Justiça de mandar soltar Monique Medeiros, acusada de omissão na morte do filho.

Os advogados de Leniel Borel, pai do menino, contestaram a determinação da juíza do caso, Elizabeth Louro, durante a audiência que adiou o julgamento dos réus.


Na ocasião, a magistrada prorrogou a data em razão de a defesa do outro réu, Jairo Souza Santos Júnior, o Jairinho, ter abandonado o plenário.

Com isso, a juíza entendeu que Monique não deveria ser prejudicada ao ficar mais tempo presa aguardando o júri popular.


No entanto, a assistência de acusação afirmou que “não há excesso de prazo” que justifique a soltura da ré.

O assistente de Acusação, Cristiano Medina da Rocha, ressaltou ainda que o julgamento já foi remarcado para 25 de maio, o que afasta a hipótese de demora indefinida.


Demissão de Monique Medeiros

Também nesta quarta-feira (25), Monique Medeiros foi exonerada do cargo de professora na rede municipal de educação do Rio. A decisão da Secretaria Municipal de Educação foi publicada no Diário Oficial.

Cinco anos depois da morte do filho e após ser presa, ela ainda recebia salário da prefeitura. A defesa de Monique, que chegou a ser diretora de uma escola durante os 16 anos de serviço, pretende recorrer da demissão.

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