Confusão na hora de pedir ambulância acaba com morte de bebê no RS
Serviço médico alegou que mãe reclamou apenas de dores e não de estar em trabalho de parto
Cidades|Do R7, com Balanço Geral

Uma mulher grávida, prestes a ter o bebê, chamou o Samu (Serviço de Atendimento Móvel de Urgência), que não atendeu ao chamado. Ela teve o filho em casa e a criança não sobreviveu.
O atendimento médico alegou que a mãe ligou para a central relatando apenas dores. Neste caso, a orientação é que a paciente procure o hospital mais próximo. A mulher, no entanto, estava em trabalho de parto.
A mãe, de 23 anos, começou a sentir fortes dores durante a tarde e pediu ajuda da cunhada. O Samu foi acionado e, assim que o atendimento a orientou a buscar um hospital, ele decidiu sair de casa.
A caminho da parada de ônibus, ela precisou voltar porque a bolsa estourou. Quando a mulher deitou de novo na cama, os familiares, desesperados, porque a criança começou a nascer, ligaram para a Brigada Militar. Desta vez, então, o Samu chegou.
A polícia que ajudou no socorro não quis se pronunciar sobre o ocorrido. A perícia técnica e a Polícia Civil também estiveram no local. A mãe segue internada no hospital em recuperação e o pai continua em busca de respostas para a morte do filho.
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