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Esquema de segurança tenta normalizar transporte público em Fortaleza

Ônibus circularão com escolta e policiais em seu interior

Correio do Povo|Do R7

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Após cinco dias funcionando com menos de 10% da frota, o sistema de transporte público em Fortaleza e região metropolitana tenta retomar a normalidade nesta segunda-feira (7). Para garantir a proteção dos usuários, em meio a onda de violência que atinge o Ceará desde a última quarta-feira (2), foi montado um esquema de segurança que inclui várias ações policiais. De acordo com o Sindicato das Empresas de Transporte de Passageiros do Estado do Ceará (Sindiônibus), haverá policiais dentro dos coletivos, agentes à paisana, além de escolta.

"Anunciamos, portanto, que a população voltará a contar normalmente com o transporte público. A operação será monitorada e coordenada operacionalmente ao longo do dia para eventuais adaptações necessárias ao momento", informou o Sindiônibus, por meio de nota. Em um dia normal, a frota de ônibus é de 1.810 veículos urbanos e 350 metropolitanos, segundo a entidade.


O caos no transporte público da Grande Fortaleza afetou a rotina de quem dependia do serviço para ir e volta do trabalho. A reportagem da Agência Brasil percorreu as principais avenidas e corredores de ônibus da cidade, na tarde desse domingo (6), e constatou a quase inexistência de circulação de coletivos.

Turistas que têm pacotes de viagem para Fortaleza também chegaram a pedir o cancelamento dos planos diante do quadro de aumento da violência na cidade. Até agora, 110 pessoas foram presas suspeitas de envolvimento nos ataques a veículos, órgãos públicos, estabelecimentos comerciais e equipamentos de segurança do estado.


Correio do Povo
Correio do Povo Ricardo Giusti/Correio do Povo

Ônibus foram queimados no Ceará Foto: O Povo/CP

Unilab cancela aulas


A Reitoria da Universidade da Integração Internacional da Lusofonia Brasileira (Unilab) anunciou o cancelamento das atividades acadêmicas na noite desta segunda-feira. Os dois campi da universidade ficam nas cidades de Redenção e Aracape, no interior do estado, mas boa parte dos alunos, professores e servidores se desloca da capital e região metropolitana.

"A decisão se pauta na dificuldade de transporte para a comunidade acadêmica e no clima de insegurança enfrentado", informou a assessoria da instituição, em mensagem enviada a professores e alunos. O Restaurante Universitário do campus de Aracape suspendeu as refeições e o serviço de transporte entre os campis também será interrompido a partir das 18h30, segundo o comunicado.

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Correio do Povo Ricardo Giusti/Correio do Povo

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