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Após reajuste de energia, MS passa a ter a 3ª maior tarifa do país

A partir desta terça-feira (12), sul-mato-grossenses irão pagar mais caro na conta de energia. A Aneel (Agência Nacional de Energia Elétrica) homologou hoje o aumento de 18,16% em Mato Grosso do Sul. O aumento vai vigorar a partir de 16 de abril. O Estado, agora, está com a 3ª tarifa mais cara do país. Em reunião […] O post Após reajuste de energia, MS passa a ter a 3ª maior tarifa do país apareceu primeiro em Diário Digital.

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A partir desta terça-feira (12), sul-mato-grossenses irão pagar mais caro na conta de energia. A Aneel (Agência Nacional de Energia Elétrica) homologou hoje o aumento de 18,16% em Mato Grosso do Sul. O aumento vai vigorar a partir de 16 de abril. O Estado, agora, está com a 3ª tarifa mais cara do país.

Em reunião pública realizada nesta terça-feira, a diretoria da ANEEL aprovou o Reajuste Tarifário Anual 2022 da Energisa Mato Grosso do Sul (EMS) – distribuidora situada na cidade de Campo Grande (MS) que atende cerca de 1,08 milhão de unidades consumidoras do estado.


Os valores foram impactados, especialmente, pela retirada dos componentes financeiros* estabelecidos no último processo tarifário, além de custos com encargos setoriais e despesas relacionadas às atividades de distribuição e compra de energia.

O Governo Federal anunciou, na semana passada, que a bandeira Escassez Hídrica – que cobrava R$ 14,20 a cada 100 quilowatts-hora (kWh) consumidos – será encerrada nesta sexta (15/4). Com a decisão, partir de 16/4, passa a vigorar a Bandeira Verde, sem custos na fatura, o que ajudará a amenizar o impacto dos reajustes na conta de luz dos consumidores. Neste processo tarifário, em especial, a redução do impacto nas tarifas dos consumidores residenciais convencionais é na ordem de -2,76%.


O efeito médio da alta tensão refere-se às classes A1 (>= 230 kV), A2 (de 88 a 138 kV), A3 (69 kV) e A4 (de 2,3 a 25 kV). Para a baixa tensão, a média engloba as classes B1 (Residencial e subclasse residencial baixa renda); B2 (Rural: subclasses, como agropecuária, cooperativa de eletrificação rural, indústria rural, serviço público de irrigação rural); B3 (Industrial, comercial, serviços e outras atividades, poder público, serviço público e consumo próprio); e B4 (Iluminação pública).

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