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Policial acusado de estrupro segue trabalhando

A vítima relatou que foi ameaçada de morte arma de fogo e estuprada dentro do carro do servidor

Diário Digital|Do R7

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Diário Digital Foto: Luciano Muta

Policial civil acusado de estupro na noite de sábado (21) na Vila Progresso, em Campo Grande, teve o uso da arma de fogo limitada, todas vezes que deixar o local onde trabalha deve entregar o equipamento é obrigado a entregar a arma a seu chefe.

Segundo o delegado Geral da Polícia Civil, Roberto Gurgel, a decisão foi da Justiça de Mato Grosso do Sul, o pedido de prisão foi negado. O policial ainda não foi ouvido pela equipe da Deam (Delegacia Especializada de Atendimento à Mulher), que está à frente da investigação. 


Entenda o Caso- A Delegacia Especializada de Atendimento à Mulher (DEAM) investiga se uma mulher foi estuprada e ameaçada por um policial civil na noite de sábado (21) na Vila Progresso, em Campo Grande. A vítima conseguiu fugir do suspeito e pedir ajuda no quartel do Corpo de Bombeiros, que fica localizado na Avenida Costa e Silva.

Conforme as informações policiais, a mulher relatou que tinha um relacionamento com o policial e teria ido à casa dela que fica na região central da Capital. No entanto, eles saíram e foram até a residência de um amigo que fica no bairro Zé Pereira.


Já no período noturno, a mulher e ele saíram do local e o policial afirmou que eles iriam para sua casa. Porém, a vítima se recusou a voltar para casa dele e pediu para que ele o deixasse em sua residência.

Após o pedido da vítima, o investigado parou a caminhonete modelo Chevrolet S10 que estava conduzindo na região da Vila Progresso, apontou a arma para ela e disse que iria matá-la e começou a xinga-lá. Em seguida, passou tirou a roupa dela a força e a estuprou.


Ainda segundo o relato da mulher, o policial ficou mais calmo e ela pediu novamente para que o mesmo levasse ela para casa dela. Mas, ele se negou novamente e disse que estava nervosa e, que os dois iriam retornar para casa dele. Pois, eles iriam dormir e outro dia ela estaria mais calma.

Em um certo momento, a vítima conseguiu sair da caminhonete que estava com o policial e conseguiu pedir ajuda ao quartel do Corpo de Bombeiros. Ela contou os relatos e informou que o mesmo era policial civil. Logo depois, ele também desceu do veículo e também se identificou e apresentou o documento funcional, mas, fugiu do local.

Por meio de nota, a assessoria da Polícia Civil informou que o caso está sendo investigado pela DEAM e o procedimento será encaminhado à Corregedoria-Geral da Polícia Civil para apurar o desvio de conduta do servidor. 

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