Prefeitura inicia reassentamento de famílias da comunidade Alphavela
A Prefeitura de Campo Grande, por intermédio da Agência Municipal de Habitação e Assuntos Fundiários (Amhasf) começou o processo de regularização e reassentamento das famílias da comunidade Alphavela, onde vivem cerca de 300 pessoas. Nesta segunda-feira (14), 30 famílias, das 70 que vivem, atualmente, de maneira irregular em área particular no Bairro Portal Caiobá, Região […] O post Prefeitura inicia reassentamento de famílias da comunidade Alphavela apareceu primeiro em Diário Digital.
Diário Digital|Do R7
A Prefeitura de Campo Grande, por intermédio da Agência Municipal de Habitação e Assuntos Fundiários (Amhasf) começou o processo de regularização e reassentamento das famílias da comunidade Alphavela, onde vivem cerca de 300 pessoas.
Nesta segunda-feira (14), 30 famílias, das 70 que vivem, atualmente, de maneira irregular em área particular no Bairro Portal Caiobá, Região Urbana do Lagoa, tiveram os lotes sorteados. As demais terão o lote sorteado no máximo em 60 dias.
Ainda, nesta segunda-feira, a Amhasf coletou os documentos necessários para iniciar o processo de reassentamento das famílias para um local seguro e devidamente regularizado.
A Diretoria de Regularização Fundiária realizou o projeto com início mediante pesquisas de áreas para reassentamento, já que não será possível a regularização fundiária no local. Entretanto, o desdobro de outra área na região já foi autorizado. As famílias já haviam sido cadastradas anteriormente pela Amhasf em abril de 2020.

O prefeito Marquinhos Trad iniciará, durante o evento, o processo de reassentamento das famílias da comunidade. Para a diretora-presidente da Amhasf, Maria Helena Bughi, os moradores serão realocados para um local muito melhor, em termos de condições de moradia e infraestrutura.
“Esse momento significa uma vitória para a comunidade, já que eles ansiavam tanto há muitos anos pela oportunidade de melhorar as condições de vida. No local onde eles estão agora, as ligações de água e energia também são irregulares, assim como não tem asfalto. Agora, eles deixam essa condição precária para iniciar uma vida nova”, explicou Maria Helena.
Kits do Credihabita – A Agência Municipal de Habitação e Assuntos Fundiários também pensou na questão do auxílio a mais no reassentamento da Comunidade Alphavela. Os moradores irão receber kits para aquisição de materiais de construção no valor de 6 mil reais cada.
Diante disso, não vão mais precisar morar em barracos de lona sobre pedaços de pau. A Amhasf concederá todo o apoio e respaldo para que essas famílias possam habitar em lotes seguros e devidamente inseridos à malha urbana de Campo Grande.
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