Bater em filha com fio é 'correção', decide juiz
Bater em filha com fio é 'correção', decide juiz
Folha Vitória|Do R7
sao paulo um juiz de guarulhos na grande sao paulo entendeu que um homem bater na filha de 13 anos com um fio eletrico porque ela perdeu a virgindade com o namorado e mero exercicio do direito de correcao ele absolveu o pai da acusacao de lesao corporal no episodio o pai tambem cortou o cabelo da filha a forca o processo corre sob sigilo e os nomes nao foram revelados o juiz leandro jorge bittencourt cano do juizado de violencia domestica e familiar contra a mulher do municipio entendeu que o acusado aplicou moderadamente uma correcao fisica contra a sua filha gerando uma lesao de natureza leve na sentenca escreveu ainda que foi um fato isolado ela foi agredida em 20 de janeiro de 2016 com lesoes corporais de natureza leve e ao menos oito ferimentos o pai enfurecido ao descobrir que a vitima estava em relacionamento serio com um rapaz passou a agredi la com um fio de televisao golpeando a diversas vezes nas costas diz a denuncia nao satisfeito o denunciado munido de uma tesoura cortou o cabelo da vitima para a promotoria a violencia de genero e patente pois resta claro que as agressoes ocorreram porque a vitima tem compleicao fisica mais fraca ja o pai disse no processo que se fosse um filho a perder a virgindade aos 13 anos tomaria a mesma postura para o juiz e preciso que se use em excesso ou de modo inconveniente os meios disciplinadores sem o que a conduta nao pode ser considerada criminosa ja o corte de cabelo diz nao era com a intencao de humilhar mas proteger a vitima de ameacas que sofria de amigas procurados pelo estado o juiz e tribunal de justica paulista nao quiseram se manifestar lei desde junho de 2014 o pais tem a lei da palmada que busca coibir maus tratos contra criancas e adolescentes segundo a lei quem usar castigo fisico ou tratamento cruel ou degradante como formas de correcao disciplina ou educacao estara sujeito a punicoes como tratamento psicologico e ate advertencia a lei nao chegou a ser citada pelo mpe na denuncia as informacoes sao do jornal o estado de s paulo








